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“Requerimento deve ir ao plenário do Senado na próxima terça-feira”, afirma Petecão

Senador revelou que políticos da Frente Popular emperraram o processo

O primeiro assunto que o senador Sérgio Petecão falou durante participação no ‘Gazeta Entrevista’, na quinta-feira, 03, foi a recente desfiliação dos deputados estaduais Chico Viga e Marileide Serafim do PSD, Partido Social Democrático. “Eles, infelizmente, fizeram a  escolha de marchar com o governo. Desejo sucesso”, ressaltou.

Questionado sobre a saída de partidos da oposição para a Frente Popular, Petecão relatou que a força do governo é a maior responsável. Segundo ele, em troca de aliança, o oferecimento de vantagens, como cargos importantes, é fundamental para a debanda.

Incentivador número um da saída de Tião Bocalom para o Democratas, Petecão viu o aliado se transformar em provável concorrente na corrida eleitoral rumo ao palácio Rio Branco. “Ele tem todo direito de ser candidato”, expressou.

E ainda foi além: “na oposição temos direito de discutir. Lá na Frente Popular é diferente. Não podemos atropelar o processo. O que não pode é querer empurrar candidatura goela abaixo.”

A chácara de Sérgio Petecão é o local onde esteve abrigado o senador boliviano Roger Molina, recentemente. Por quase dois anos, Molina se refugiu na embaixada brasileira, em La Paz. Atualmente, a família dele vive em Epitaciolândia. “O Roger[Molina] está 100% legalizado. Ele precisava fazer uma visita a mulher, filhos e netos”, disse.

Quando o assunto abordado foi a volta do antigo horário do Acre, Petecão afirmou que o governo e os parlamentares federais da Frente Popular criaram todos os empecilhos possíveis, mas o senador mostrou-se confiante.

“O requerimento deve ir ao plenário do Senado na terça-feira(8). Tenho certeza que os senadores não serão contra a decisão do referendo”, expôs. Petecão encerrou a conversa com o jornalista Rogério Wenceslau falando sobre a situação dos 11 mil servidores.

Ele rebateu a crítica feita pelo deputado estadual Moisés Diniz(PC do B) que afirmou faltar compromisso da bancada federal com o assunto. “Essa é uma causa de todos nós e não devemos partidarizar. Estou nesta luta de corpo e alma”, concluiu.

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