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Somente UJS e DCE votam contra o aumento

Conselho vota aumento de 16,6%: passagem em R$ 3,5

Somente a União da Juventude Socialista e o Diretório Central dos Estudantes da Ufac votaram pelo congelamento do preço das passagens nos atuais valores. As demais instituições e sindicatos votaram pelo aumento de 16,6% no preço, o que elevaria o preço para R$ 3,50.

Federação do Comércio do Acre, Sindicato dos Motoristas, Assemurb, União das Associações de Moradores de Rio Branco, Fieac, Sindicato dos Taxistas e Sindicato dos Mototaxistas votaram a favor do aumento.

Não houve protesto como o que ocorreu na última sexta-feira. A reunião ocorrida na sede da RBTrans foi rápida.

“A questão do preço da passagem de ônibus ter que passar pela Câmara de Vereadores é inconstitucional”, disse o representante do Sindcol, o sindicato das Empresas de Transportes Coletivos, justificando a ação que já tramita no Tribunal de Justiça do Acre.

Mesmo com o aumento do preço da passagem de ônibus em Rio Branco decidido pelo Conselho de Transportes, os estudantes continuam a pagar R$ 1.

“A Umarb não estava lá para fazer politicagem, não. A gente tem que ver o que é bom para as empresas. Temos que ser éticos”, diz representante do Movimento Popular

A União das Associações de Moradores de Rio Branco (Umarb) é a voz do movimento popular no Conselho de Transportes. O representante da Umarb no Conselho, Geraldo Angelim, justificou o voto pelo aumento no preço da passagem.

“A Umarb não estava lá para fazer politicagem, não. Havia três propostas e a Umarb decidiu votar na menor tarifa possível. Eu, como representante da Umarb, não poderia chegar lá e apresentar uma tarifa de três reais sem provar, sem contrapor as demais tarifas. Se deixasse como ficou na última sexta-feira, iria para a Justiça e lá na Justiça não iria ter passagem para estudante de um real, não. Quem votou contra fez politicagem. A gente, no Conselho, tem que ser ético. A gente tem que ver o que é bom para as empresas. Se as empresas quebram, quantos pais de família não ficariam desempregados?”, perguntou.

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