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Funcionários da Peixes da Amazônia ainda não receberam FGTS

Outros problemas serão tratados no plano de reestruturação

Os trabalhadores do complexo de piscicultura Peixes da Amazônia estão com dificuldades para receber o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

A informação foi confirmada pelo próprio diretor de operações da fábrica, Inácio Moreira, mas sem detalhes.

“Tem algumas situações do ponto de vista de FGTS, que também está sendo levantada, que eles estão querendo retirar o FGTS, que é um direito deles, mas isso está nesse plano de reestruturação, que nós vamos ter todos os números e estamos em reuniões frequentes para resolver esses problemas.”

A Peixes da Amazônia parou as atividades em novembro, quando pediu a suspenção temporária do Sif, que é o Sistema de Inspeção Federal. O complexo, inaugurado oficialmente em abril de 2015, possui um centro de alevinagem, um frigorífico e uma fábrica de ração para peixes.

São 21 sócios, entre eles o governo do estado, que investiu cerca de R$ 30 milhões, além de um grupo, um fundo de investidores que aplicou R$ 23 milhões e os outros acionistas com mais R$ 20 milhões.

Uma análise é realizada para saber o que pode ser feito para continuar com os trabalhos. O problema é que falta capital de giro. “Nós temos que deixar claro a esses 21 acionistas, nesse processo de reestruturação, o quê que nós vamos, a partir de 2019, estar funcionando. Se vamos reabrir só o frigorifico, qual o custo para reabrir o frigorifico, se vamos reabrir o frigorifico e a fabrica de ração, qual é o custo para abrir essas duas unidades, ou se vamos funcionar as três unidade como vinha funcionando”, concluiu Inácio.

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