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Vereadores aprovam aumento da passagem para R$ 3,80

Segundo aumento assinado por Marcus Alexandre

A oposição bem que tentou atrasar a votação do reajuste da tarifa, mas com apenas cinco votos na Casa, já que o tucano Clézio Moreira (PSDB) votou com o prefeito. A falta de união da oposição contribuiu para que o aumento do preço da passagem de ônibus fosse aprovado na Câmara.

A sessão foi tranquila. Apenas um pequeno grupo de estudantes foi à Câmara, mas, timidamente protestou quando os vereadores votavam a favor do aumento da tarifa do transporte coletivo.

Os vereadores apenas referendaram o resultado da votação do conselho municipal de transportes que aumentou a passagem urbana de R$ 3 para R$ 3,80. Ao mesmo tempo votaram uma matéria do Executivo que autoriza o prefeito a bancar R$ 0,30 da tarifa cheia baixando de R$ 3,80 para R$ 3,50 e arcará com R$ 0,90 da tarifa de estudante para manter o valor atual de R$ 1.

Os vereadores também poderiam votar em manter os valores atuais, mas, na hora da votação, apenas cinco parlamentares votaram contra o aumento: Célio Gadelha, Lene Petecão, Emerson Jarude, Roberto Duarte e N. Lima.

Até Clézio Moreira que está num partido de oposição votou a favor do reajuste. O vereador Manoel Marcus, como é presidente da Casa não votou. Já Elzinha Mendonça, Raimundo Nenem, Jackson Ramos, Railson Correira, Rodrigo Forneck, Eduardo Farias, Mamed Dankar, Antônio Morais, Artêmio Costa, Carlos Juruna votaram a favor.

A mesma votação foi dada ao projeto de subvenção da tarifa. A oposição ainda tentou adiar a votação. O vereador Roberto Duarte acusou a Mesa Diretora de não lhe avisar sobre a reunião da Comissão de Constituição e Justiça, que já estava com o parecer pronto antes de começar a sessão.

“Eles me avisaram por wattssap da reunião. Deve-se respeitar o regimento interno. O vereador deve ser notificado durante a sessão”, reclamou.

Depois de muita discussão ficou decidido que a prefeitura vai bancar parte do reajuste da tarifa e manterá a cobrança dos impostos e taxas. Para a oposição, o prefeito apenas inverteu o benefício dado às empresas: no lugar da isenção vem a subvenção.

Após o referendo da Câmara o prefeito tem 48 horas para assinar o decreto com o novo valor da tarifa.

Votaram contra o aumento

Célio Gadelha (PSDB)
Lene Petecão (PSD)
Emerson Jarude (PSL)
Roberto Duarte (PMDB)
N. Lima (DEM)

Votaram a favor do aumento

Clézio Moreira (PSDB)

Elzinha Mendonça (PDT)

Raimundo Nenem (PHS)

Jackson Ramos (PT)

Railson Correira (PTN)

Rodrigo Forneck (PT)

Eduardo Farias (PCdoB)

Mamed Dankar (PT)

Antônio Morais (PT)

Artêmio Costa (PSB)

Carlos Juruna (PSL)

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