Saiba onde buscar atendimento em caso de síndromes gripais no Acre

O coordenador de urgência e emergência do Estado, Edvan Menezes, recebeu a imprensa para falar sobre o assunto

A crise na saúde do Estado do Acre não é mais segredo para ninguém, já que as pessoas não param de denunciar uma série de problemas, que vão desde o acesso ao atendimento, até a falta de remédios e profissionais. Dessa forma, com o desafio de colocar a casa em ordem, uma das propostas da Secretaria Estadual de Saúde (Sesacre), é esclarecer para os usuários como funcionam os atendimentos dentro do sistema público de saúde.

O coordenador da rede de urgência e emergência do Estado, Edvan Menezes, recebeu a imprensa para falar sobre o assunto e afirmou os três tipos de unidades de saúde e qual o atendimento que cada uma delas realizam. A entrada do paciente na rede precisa ser feita da forma correta, para não comprometer o atendimento.

“A unidade básica de saúde é a nossa primeira escolha, ela é a ordenadora do serviço, e toda as unidades estão abertas para receber essas mães. Se a mãe viu que os sinais de sintomas continuam e estão se agravando, pois a criança não quer se alimentar, tem febre persistente, busquem a UPA, pois é o nosso segundo grau de complexidade. Em último caso, busquem o Pronto-Socorro”, explica o coordenador

Outro ponto destacado pelo coordenador, tem relação com o momento certo de procurar atendimento médico. Com o aumento dos casos de síndrome gripal no estado, Edvan Meneses ressalta que a atenção dos pais aos sintomas da criança, é de fundamental importância.

“A criança não quer comer, ela tem episódios de febre, coriza, mau estar, inquietações, apresentou esses sintomas já leva para uma unidade básica de saúde e não esperem em casa, pois na criança, a doença evolui mais rápido”, afirma Menezes.

O coordenador relata, que no fim de semana, o Pronto-Socorro de Rio Branco atende entre 150 e 300 pessoas. E que 80% desses pacientes, são classificados de média ou baixa gravidade, ou seja, poderiam ter procurado atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA), ou durante a semana, nas unidades de saúde.

Edvan esclarece que o ideal, é buscar o Pronto Socorro em caso de urgência ou emergência. Mas que, ainda assim, que for para lá não vai ficar sem atendimento, mas vai precisar esperar, porque a prioridade são os casos graves , com risco eminente de morte.

“Nosso objetivo aqui no Pronto Socorro é atender os casos de maior complexidade. Então se você chegar aqui, e a criança estiver com os sintomas de médio a baixo complexidade, será necessário aguardar, pois aqui você vai ser classificado por cores, e a prioridade são os casos mais graves, a mãe será atendida com a criança, porém demorará um pouco mais”, conclui.

Com informações de Débora Ribeiro para TV Gazeta

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