Polícia

Simulação de roubo a empresa ocorre na madrugada de sábado

Forças de Segurança participam da ação no Distrito Industrial

O Gabinete Integrado de Gerenciamento de Crise (GIGC) realiza na madrugada deste sábado (19), um exercício simulado de assalto a uma empresa de valores, em Rio Branco. De acordo com o cronograma, o simulado tem previsão para começar a partir da meia noite de sexta-feira (18) para sábado, e se encerrar às 5h da manhã.

O treinamento vai envolver equipes de todas as instituições que integram as Forças de Segurança Pública do Acre, além da Polícia Rodoviária Federal, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Polícia Federal, Superintendência Municipal de Transporte e Trânsito (RBTrans) e Exército.

A simulação será coordenada pelo Tenente Coronel da Polícia Militar Giovani Galvão, especialista em gerenciamento de crise, e terá como ponto central a empresa VIP Segurança, localizada na rua Major Jenor, bairro Distrito Industrial.

Segundo Galvão, o exercício vai simular uma invasão, com tomada de reféns, negociação, tentativa de fuga, perseguição com uso de bombas de efeito moral, balas de festim e incêndio em veículos.

"Queremos realizar esse exercício simulando um cenário mais próximo possível de um caso real. Precisamos estar preparados para qualquer situação. E com o avanço das ações dos grupos criminosos que usam de táticas conhecidas como o novo cangaço, é necessário que nossas forças tenham vivenciado, mesmo que numa simulação, algo dessa natureza", explica.

Todo o perímetro onde a empresa está localizada será isolado, e somente viaturas envolvidas na ação terão autorização para trafegar na área. A Polícia Federal vai empregar o Grupo de Bombas e Explosivos (GBE), e quando amanhecer o helicóptero Hárpia 04 fará um sobrevoo na região.

"Esse treinamento vai mudar totalmente a rotina daquele local, porque iremos usar bombas, incêndio em carcaças de viaturas e muita movimentação. Por isso estamos informando na imprensa que essa ação vai acontecer justamente para evitar o fator surpresa. Ou seja, um policial a paisana, por exemplo, que esteja passando pelo local e ao notar a ocorrência venha interferir no exercício", explica Giovane.