Vox Populi

Mais uma pesquisa Vox Populi/TV Gazeta. Mais uma vez, empate técnico entre Marcus Alexandre, do PT, e Gladson Cameli, do PP. 43% para o petista e 41% para o progressista. Como a margem de erro da pesquisa é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos, entende-se que há empate técnico.

Histórico

Para ser rigoroso na análise, a performance tanto de um quanto de outro está piorando. Em julho, o mesmo instituto constatou que Marcus Alexandre tinha 46% das intenções de voto. Hoje, soma 43%. Cameli, naquela ocasião, tinha também 46% da preferência do eleitor. Hoje, teve 41%.

Nomes

Esses dois nomes novos do cenário político regional têm rejeições bem distintas. Nesse ponto da análise, o petista sente mais os efeitos das peripécias do partido em âmbito nacional e do desgaste de pertencer ao grupo político que está no comando do Executivo local há 18 anos: rejeição de 11%. Enquanto Gladson Cameli tem apenas 2% de rejeição. E até a escola mais modesta de marketing político ensina que o veneno para um candidato em uma campanha é “rejeição”.

O Rei

Nesse item, ninguém supera Tião Bocalom. Ele lidera todas as sondagens, para todos os cargos quando o assunto é rejeição.

Emylson

Quem deve está soltando fogos é o secretário de Estado de Segurança Pública e possível pré-candidato a vice-governador, Emylson Farias. A rejeição dele está em 8%. Levando em consideração que a pasta pela qual responde está sangrando em praça pública há mais de dois anos, ter apenas 8% de rejeição do eleitorado é quase uma vitória. Daniel Zen alcança 11% de rejeição e Nazarteh Lambert 2%.

Viver no Acre

Há um aspecto que guarda relação direta com a qualidade da gestão pública. A pesquisa Vox Populi sondou o eleitor para saber a respeito da satisfação em “viver no Acre. A série histórica mostra que cresce o número de pessoas que está “insatisfeita” de morar aqui. A maioria ainda gosta de viver aqui (76%). Mas, a tendência é de diminuição desde maio de 2011. O que isso tem a ver com política? Tudo.

Movimento

A pesquisa Vox Populi feita em julho mostrou que 45% dos acrianos acham que o Acre “está parado”, quando o assunto é ambiente econômico. Este número se manteve na pesquisa feita agora em outubro. Em julho, 32% achavam que o Acre “está se desenvolvendo”. Essa percepção, agora, registrou 31%. E para 18% dos entrevistados o Acre está retrocedendo na Economia. O mesmo percentual de julho.

Enem

Nenhum fato grave ocorreu durante a aplicação do primeiro dia de provas do Enem 2017 no Acre. Tudo tranquilo, levando-se em consideração que a prova tinha mais de 54,3 mil candidatos. A abstenção foi alta: 16,7 mil deixaram de fazer a prova no Acre. Isso representa 30,8% do total de inscritos no Acre. Maior que a abstenção do ano passado quando 27,03% dos candidatos não fizeram a prova.

Surpresa

De surpreendente mesmo só o tema da Redação “Desafios para a formação educacional de surdos no Brasil”. Mas, isso é um problema que o candidato, na hora do exame deve relevar. Não adianta, na hora do exame, querer julgar o tema. O que o candidato tem é que se concentrar e escrever, de acordo com o que exige a proposta do exame. Ficar zangado com o tema na hora da prova só vai prejudicar o próprio candidato e abrir brecha para o concorrente.

Estudo

O candidato deve estar tão treinado e tão condicionado que pode escrever de Chapeuzinho Vermelho e Física Nuclear. O julgamento do tema cabe aos especialistas. Candidato que briga pela vaga de cursos concorridos quer é entrar na universidade. É isso o que importa.

Brincadeira

Esse lançamento do nome de Manuela d' Ávila (RS), candidata do PCdoB à presidência da República, não pode ser levado a sério. Aliás, a candidatura não está mesmo sendo levada a sério. Nem dentro do partido.

Manu

O PCdoB aposta na juventude (agora nem tanto assim) e na beleza de Manu para tentar chamar a atenção do eleitor cansado dos políticos tradicionais. O problema é que Manu não empolga mais nem no Rio Grande do Sul, onde o eleitorado que deu a ela o recorde de votos também amadureceu.

Beleza

A candidata cuja estratégia de marketing se limitava a um jogo de palavras de duplo sentido traçando um paralelo entre a juventude e a aparência, se apresentava sorridente em cartazes onde se lia "E aí, beleza?" Para muitos, Manuella é o equivalente gaúcho da acriana Ariane Cadaxo.

Local

E por falar em Ariane Cadaxo, a ex-vereadora que se desfiliou do PCdoB ao perder a eleição de deputada estadual, anda tentando voltar para o ninho comunista com o objetivo de disputar a próxima eleição. Atualmente, ela trabalha na Assembleia Legislativa do Estado.

Vermelhou

E a coluna que iniciou a semana pra lá de vermelha, encerra aqui as notas sobre o PCdoB. Não sem antes dar um pitaco na viagem da ex-deputada Perpétua Almeida que se encontra na capital da Rússia. Perpétua foi se energizar nos símbolos comunistas espalhados por Moscou. Um encontro com Putin não está na agenda!

Queda

E enquanto despenca nas pesquisas de intenção de votos, o candidato da oposição ao Governo do Estado Gladson Cameli (PP) visita a ponte do Rio Madeira, mais uma vez. Olhar a obra da ponte virou um coringa. Sempre que não tem o que fazer, o senador ruma para lá.

Destaque

O deputado Major Rocha (PSDB) ganhou destaque no jornal Folha de São Paulo, pela sua posição contrária ao presidente Temer, de quem foi vice-líder na Câmara dos Deputados. Para quem não sabe, Rocha é o líder dos Cabeças Pretas, grupo de parlamentares tucanos mais jovens que sempre defenderam o rompimento com o Governo Federal.

Mudança

O líder indígena Sabá Manchineri, que já foi do PT e do PSDB e que ultimamente estava no DEM, deu uma guinada política e vai assinar ficha de filiação no PSOL.

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