Avisa

Alguém avise os políticos que não são 24 vagas de senador para o Acre, em 2018. É necessário falar isso porque parece que todo mundo quer disputar o Senado. Todo dia aparece uma novidade. A de hoje, chama-se Rodrigo Pinto.

Herança

Rodrigo, cuja única referência é o nome ser filho do governador Edmundo Pinto, teve uma carreira política desastrada. Nunca passou de um mandato de vereador. Nem o paternal Flaviano Melo (que tentou ser o mentor de Rodrigo) o aguentou.

Chapéu alheio

Quem quiser ter amantes que as mantenha. O que não dá para aguentar é fazer a população pagar a conta. Pior mesmo é depois de todo o esforço, descobrir que tinha um sócio.

Prótese

A Polícia Federal desconfiou do tamanho da "Comissão de Frente" de duas moças que tentavam embarcar no Aeroporto de Rio Branco, com destino a Macapá e decidiu analisar os atributos das moçoilas. Qual não foi a surpresa ao constatar que as duas haviam substituído os rotineiros ml’s de silicone, por quilos de cocaína por dentro dos soutiens.

Correção

Marcelo Odebrecht depôs e expôs meio mundo. Até aí tudo bem. Mas, dizer que ele, Marcelo, era o otário na relação com o governo, é brincar com a inteligência alheia! Não, Marcelo. Você era o esperto. Otários somos nós que trabalhamos cinco meses por ano para o imposto que financiamos a corrupção.

Puristas

Esse pessoal do REDE se acha superior a tudo. Ninguém está a altura dessa REDE. Bastou o desembargador aposentado Arquilau de Castro Melo declarar intenção de ser candidato por um partido pequeno, para que o REDE se apressasse a declarar que não quer Arquilau.

Puristas II

Mas, se o REDE de Marina Silva não quer, o PSD do senador Sérgio Petecão abre a porta e estende o tapete vermelho para Arquilau de Castro Melo.

Mais um

O PSL do juiz Pedro Longo é outra possibilidade para Arquilau, que pode querer pegar carona na popularidade do juiz Sérgio Moro e fortalecer um partido de juízes no Acre. Esquisito vai ser o PSL ter um juiz, um desembargador e o Juruna.

Campanha

O leitor (bicho que de besta não tem nada) já percebeu: o senador Jorge Viana tem ficado bem afastado de toda movimentação de Brasília. Sabatinas, delações, troca de ministros etc etc não contam com nenhuma expressão do acriano. Nem críticas e, obviamente, nem demonstrações de apoio.

Campanha II

O que ele tem feito? Está enfurnado em rios e comunidades entregando carros (resultado de emendas parlamentares), tirando foto em batizado de curral, carregando caixão em enterro de anão... e até, como diria o comediante Cirino, “apertando mão de cotó”. Vale tudo.

Moral?

“O transporte coletivo é um assunto crítico em todo o país, temos que discutir com responsabilidade. Não dá para pegar esse problema e fazer discursos de moralidade”. A frase, em tom de crítica à atuação de vereadores de oposição, é o prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre.

Moral? II

O prefeito se equivoca na análise. Ou, fazendo uma avaliação companheira, foi simplesmente o uso errado de uma palavra. O discurso dos vereadores de oposição não trata de questão Moral. Trata da exigência de questões de gestão, de finanças, de transparência.

Política x Moral

Aliás, a separação entre Política e Moral foi feita na Itália no início do século XVI. Faz tempo, ó!

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