A situação no presídio de Segurança Máxima Antônio Amaro segue em negociação, após rebelião iniciada na manhã desta quarta-feira, 29, em Rio Branco. A imprensa foi solicitada pelos presidiários e eles escolheram quem deveria entrar.
De acordo com a repórter Rose Lima, o policial penal, que atende pelo nome de Rodrigo, que foi feito de refém, ainda está com os aprisionados. Atendidas as exigências dos rebelados, o negociador começou a negociar a ‘liberação’ do policial.
A equipe do Gazeta Alerta, da TV Gazeta, segundo informações da polícia, foi escolhida pelos próprios presidiários para poder entrar no local e cobrir o ocorrido, além do promotor de Direitos Humanos do Ministério Público do Acre (MPAC), Tales Tranin. A repórter Rose Lima contou que precisaram colocar coletes à prova de balas e era necessário que os aprisionados os vissem.
Ainda de acordo com a repórter, todos que foram supostamente feridos, foi por questões internas, entre os próprios presos, sem interferência da polícia. O trabalho da polícia teria sido apenas impedir que eles, rebelados, acabassem fugindo.
O Governo do Estado, diante da situação, mobilizou todo o aparato do Sistema Integrado de Segurança Pública (Sisp) para conter um motim iniciado por detentos e restabelecer a ordem. Servidores que estavam de folga foram acionados para reforçar as ações.
Com informações exclusivas da repórter Rose Lima para a TV Gazeta



