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Sonhos interrompidos: 2025 foi um dos anos mais letais para as mulheres no Acre

O número de vítimas se iguala ao anos de 2016 e 2018, períodos em que esse tipo de crime bateu recorde

por Agazeta.Net
2 de janeiro de 2026
em Cotidiano
Sonhos interrompidos: 2025 foi um dos anos mais letais para as mulheres no Acre

Fotos: arquivo

Ouça Aqui

Por Danniely Avlis e Daniel Allyson Produção: Gisele Almeida para o site Agazeta.net

Elizete de Amorim Malveira e Auriscléia Lima do Nascimento não se conheceram. Tinham idades diferentes, viviam em municípios distintos e sonhavam com futuros próprios. Ainda assim, as duas tiveram o mesmo destino trágico: foram assassinadas por homens que juraram um dia amá-las. Hoje, fazem parte de um número frio, 14 mulheres mortas por feminicídio no Acre em 2025.

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Mas antes de se tornarem estatística, elas tinham histórias, afetos e planos que foram interrompidos pela violência de forma cruel.

Elizete: alegria interrompida em Feijó

“Uma mulher alegre, divertida e que contagiava todos ao seu redor.”

É assim que familiares e amigos lembram Elizete de Amorim Malveira, de 39 anos, morta em outubro deste ano, em Feijó, pelo próprio companheiro.

Conhecida como “Zete”, ela era mãe, avó, amiga e dona de casa. Havia trabalhado como manicure em Rio Branco, onde viveu a maior parte da vida, no bairro Panorama. Há cerca de dois anos, decidiu se mudar para o interior ao lado do então marido, Elisangelo Sousa da Silva, conhecido como “Hélio”, com quem sonhava em construir um novo negócio.

Na noite em que foi assassinada, Elizete vivia um dos dias mais simbólicos de sua vida: comemorava o nascimento da neta, que chegava ao mundo naquele mesmo dia. Ela deixa dois filhos, dois netos e uma neta que sequer chegou a conhecer.

Elizete de Amorim Malveira, de 39 anos, ao lado da filha Iolanda Mesquita. Mãe, avó e mulher alegre, Elizete foi assassinada em outubro de 2025 em Feijó pelo companheiro. Deixou dois filhos e dois netos. – Imagem: Arquivo pessoal.

Para a amiga Anna Marques, de 19 anos, a perda ainda é difícil de assimilar.

“Sempre tivemos uma ótima relação. Para mim, ela era como uma mãe. Era uma mulher alegre, divertida, até que ela foi embora para Feijó para morar com o Elisangelo”, relata.

Auriscléia: sonhos interrompidos em Capixaba

Quatro meses antes, em junho, o Acre foi abalado por outro crime brutal. Auriscléia Lima do Nascimento, de apenas 25 anos, foi assassinada com golpes de terçado na zona rural de Capixaba.

Auriscléia sonhava em ser enfermeira, concluir os estudos e conquistar independência financeira. Gostava de estudar, louvar na igreja e decorar festas de aniversário. Era mãe de dois filhos, que, segundo a família, eram “tudo para ela”.

O autor do crime foi o ex-companheiro Natalino Santiago, com quem ela viveu por cerca de seis anos e de quem tentava se afastar após um histórico de ameaças, agressões e medo.

Auriscléia Lima do Nascimento, 25 anos. Mãe de dois filhos, sonhava em ser enfermeira e era conhecida pela dedicação à família, à igreja e à decoração de festas. Assassinada em junho de 2025 na zona rural de Capixaba. – Imagem: Arquivo pessoal

Em entrevista ao site Agazeta.net, a irmã da vítima, Rita de Cássia, fez questão de lembrar quem Auriscléia era antes da violência.

“Ela era uma menina muito boa, humilde, delicada. Os filhos eram tudo para ela. Cuidava da mãe doente, fazia tudo sozinha”, contou.

Para a família, o maior desejo é que Auriscléia não seja lembrada apenas como mais um número. Ela era uma jovem cheia de planos, uma mãe dedicada e uma mulher que ainda acreditava na possibilidade de recomeçar.

Quando histórias se repetem e os dados gritam

As mortes de Elizete e Auriscléia ajudam a compreender uma realidade mais ampla. De janeiro a dezembro deste ano, o Acre registrou mais de 5 mil ocorrências de violência doméstica e 14 feminicídios consumados, números que colocam 2025 entre os anos mais violentos da série histórica. O total se iguala aos registros de 2016 e 2018, considerados até então os piores períodos em número de mulheres assassinadas por razões de gênero no estado.

O gráfico registra 13 feminicídios até novembro de 2025. Com a confirmação de mais um caso em dezembro, o total do ano chega a 14, igualando os anos mais violentos da série histórica (2016 e 2018). Fonte: Polícia Civil do Estado do Acre, Secretaria de Estado de Planejamento do Acre, DATASUS e IBGE. Obs.: Dados atualizados mensalmente.

Os dados ganham ainda mais peso em um marco simbólico: em 2025, a Lei do Feminicídio completou dez anos de vigência no Brasil. Sancionada em 2015, a legislação incluiu o feminicídio no Código Penal como qualificadora do homicídio, tornando-o crime hediondo e ampliando as penas. Uma década depois, o cenário ainda revela desafios profundos na prevenção e no enfrentamento da violência contra a mulher.

Dos 14 feminicídios registrados neste ano, quatro ocorreram em Rio Branco. Outras duas vítimas foram assassinadas em Cruzeiro do Sul e duas em Tarauacá. Os demais casos foram registrados nos municípios de Bujari, Capixaba, Feijó, Mâncio Lima, Porto Acre e Senador Guiomard.

Ilustração 5.4: Quantitativo de feminicídios por capital e interior em novembro/2025. O único caso do mês ocorreu no interior, destacando a vulnerabilidade de mulheres em áreas rurais e afastadas. Fonte: Polícia Civil do Acre.

A distribuição geográfica evidencia que a violência não se concentra apenas na capital, mas se espalha por todo o estado.

“O cenário é gravíssimo”, afirma procuradora de Justiça

Em entrevista ao Agazeta.net, a procuradora de Justiça e coordenadora-geral do Centro de Atendimento à Vítima (CAV), Patrícia de Amorim Rêgo, avalia que o atual cenário exige profunda preocupação.

“O cenário é gravíssimo e nos impõe profunda preocupação. O Acre já registra 13 feminicídios em 2025, número que supera a média dos últimos três anos e já se iguala ao total de 2021. Importante destacar que o ano ainda não terminou e há dois casos de morte de mulheres em investigação, o que significa que esse índice pode aumentar”, afirma.

Segundo a procuradora, o crescimento dos números não pode ser visto como um fenômeno isolado. Para ela, os casos refletem a persistência de padrões culturais de dominação de gênero e falhas estruturais na rede de proteção.

“O feminicídio não é um ato isolado de loucura, mas o final de uma escalada contínua do controle e violência do homem sobre a mulher”, destaca, citando a promotora paulista Silvinha Chakian.

A procuradora também chama atenção para fatores que agravam o cenário, como a subnotificação das violências psicológica e moral, a dificuldade de acesso a serviços especializados no interior, a deficiência no acolhimento das vítimas e a naturalização da violência na cultura local.

Medidas protetivas: por que muitas vítimas não conseguem acesso?

Dados do Feminicidômetro, ferramenta alimentada pelo Observatório de Violência de Gênero do Ministério Público do Acre, revelam que 92% (o que eu encontrei foi de 89%) das mulheres vítimas de feminicídio no estado, desde 2018, não possuíam medida protetiva no momento do crime.

De 2018 a 2024, 89% das vítimas de feminicídio consumado no Acre não estavam amparadas por medidas protetivas de urgência no momento do crime (10% sim; 1% não se aplica). O dado reforça os desafios de acesso à proteção e a dificuldade de romper o ciclo de violência. Fonte: Ministério Público do Estado do Acre.

Para a procuradora, esse dado não aponta falha da medida, mas sim a dificuldade de acesso a ela.

“A ausência das medidas decorre de uma combinação de fatores como dependência financeira, desinformação, barreiras geográficas no interior e o medo de não serem acreditadas ou de sofrerem violência institucional”, explica.

Ela ressalta que ampliar o acesso às medidas protetivas exige mais do que previsão legal: passa por confiança, acolhimento qualificado e fortalecimento da rede de atendimento.

Feminicídio como crime autônomo e a banalização da violência

Para a advogada Tatiana Martins, conselheira de honra do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher (CEDIM), parte do aumento nos registros está relacionada a uma mudança recente na legislação.

“O feminicídio passou a ser considerado crime autônomo em outubro de 2024. Antes, ele era tratado como qualificadora do homicídio. Ao ganhar categoria própria, houve melhora na apuração estatística e redução da subnotificação”, explica.

Ainda assim, Tatiana alerta que os crimes também têm se tornado mais violentos.

“O que vemos é uma banalização da violência contra a mulher, diretamente ligada ao machismo estrutural. Ele legitima comportamentos abusivos e torna a violência mais frequente e extrema.”

Segundo ela, o feminicídio é o assassinato da mulher pelo simples fato de ser mulher, geralmente em contexto de violência doméstica, discriminação ou sentimento de posse. Com a nova legislação, a pena mínima passou de 12 para 20 anos, podendo chegar a 40 anos de reclusão.

Tatiana ressalta que muitas vítimas não se reconhecem como tal.

“Elas têm medo de denunciar, vergonha, receio de perder os filhos ou a sustento da casa. A violência começa de forma sutil, psicológica, moral ou patrimonial, diminuindo a autoestima até que a mulher passe a se culpar pelas agressões”, explica.

Mulheres negras estão mais expostas à violência e à morte

Quando o recorte racial é considerado, a violência ganha contornos ainda mais graves. Mulheres negras estão mais expostas a fatores como pobreza, baixa escolaridade, informalidade no trabalho e ausência de serviços públicos, especialmente no interior e nas periferias urbanas.

De 2018 a 2024, 86% das vítimas de feminicídio consumado no Acre eram pardas ou pretas, contra 11% brancas e 3% indígenas. O dado evidencia a maior exposição de mulheres negras à violência letal, agravada por racismo estrutural e vulnerabilidades socioeconômicas. Fonte: Ministério Público do Estado do Acre.

Para Almerinda Cunha, diretora da Associação de Mulheres Negras do Acre (AMN), os dados de feminicídio no estado revelam uma realidade ainda mais dura quando o recorte racial é considerado. Segundo ela, a maioria das vítimas de violência extrema são mulheres negras, que vivem em contextos marcados por racismo estrutural, machismo e ausência de políticas públicas eficazes.

“As mulheres negras geralmente estão na periferia ou na zona rural, em situação de extrema vulnerabilidade. Elas ficam expostas à violência do companheiro sem ter a quem pedir socorro, sem orientação sobre medidas protetivas e, muitas vezes, sem policiamento”, afirma.

De acordo com Almerinda, o feminicídio não é um fato isolado, mas o resultado final de uma soma de negligências históricas. Falta acesso à informação, à educação, à saúde e à autonomia financeira, fatores que mantêm muitas mulheres presas ao ciclo de violência.

“A dependência financeira e emocional faz com que essas mulheres permaneçam em relações abusivas até o extremo. Sem creche em tempo integral, sem políticas de geração de renda e sem apoio psicológico, elas acabam ficando à mercê do agressor”, explica.

Outro ponto crítico apontado por Almerinda é a falha no sistema de saúde, especialmente no cuidado com a saúde mental e a saúde da mulher. Segundo ela, a ausência de psicólogos na atenção primária e de psiquiatras na alta complexidade impede ações preventivas que poderiam evitar desfechos trágicos.

“A saúde mental é falha no Acre. Não existe atendimento preventivo. Muitas dessas mulheres vivem anos sob violência psicológica sem qualquer acompanhamento”, reforça.

Na Associação de Mulheres Negras do Acre, o trabalho é voltado principalmente à orientação sobre direitos. Almerinda lembra que grande parte das mulheres sequer conhece a Lei Maria da Penha ou entende que vive uma situação de violência.

“Existe uma pesquisa nacional que mostra que 75% das mulheres brasileiras não conhecem seus direitos. Muitas nem sabem que estão dentro de um ciclo de violência. Elas denunciam e retiram a queixa por medo do agressor ou até por ameaça de facções”, relata.

Especialistas são unânimes ao afirmar que o feminicídio não acontece de forma repentina. Antes da morte, as vítimas costumam enfrentar um ciclo contínuo de violências, que inclui agressões psicológicas, morais, patrimoniais, sexuais e físicas, além de perseguições e violência virtual.

Romper esse ciclo nos estágios iniciais é apontado como o principal desafio para reduzir os índices de feminicídio no estado.

Avanços na rede de atendimento: Casa da Mulher Brasileira chega ao Acre

Em meio ao cenário preocupante de violência contra a mulher, 2025 trouxe avanços importantes na estrutura de proteção no Acre. Em outubro, o Ministério das Mulheres e o Governo do Acre assinaram a ordem de serviço para a construção da Casa da Mulher Brasileira e de um novo Centro de Referência da Mulher Brasileira em Rio Branco.

Centro de Referência da Mulher Brasileira em Epitaciolândia, inaugurado como parte da expansão da rede de atendimento às mulheres no Acre. O equipamento oferece acolhimento, apoio psicossocial e jurídico às vítimas de violência. – Imagem: Eldson Júnior

Com investimento federal de cerca de R$ 6 milhões (e contrapartida estadual), a Casa da Mulher Brasileira integrará, em um único espaço, serviços essenciais como delegacia especializada, juizado de violência doméstica, Ministério Público, Defensoria Pública, apoio psicossocial, alojamento de passagem, brinquedoteca e programas de capacitação para autonomia econômica. O objetivo é facilitar o acesso, evitar a revitimização e oferecer acolhimento humanizado 24 horas.

O estado já inaugurou dois Centros de Referência da Mulher Brasileira em 2025, em Cruzeiro do Sul (janeiro) e Epitaciolândia (maio), ampliando o atendimento no interior. Com as novas unidades na capital, o Acre se consolida como referência na Região Norte em equipamentos especializados de enfrentamento à violência de gênero.

“Esses serviços, que não existiam há dez anos, representam um passo concreto para prevenção e empoderamento. A integração da rede permite romper o ciclo de violência antes que ele chegue ao extremo”, avalia a secretária de Estado da Mulher, Márdhia El-Shawwa.

A expectativa é que as obras sejam concluídas em 2026, contribuindo para reduzir os índices de feminicídio ao oferecer suporte efetivo às mulheres em situação de vulnerabilidade.

Um alerta que vai além dos números

Ao completar dez anos, a Lei do Feminicídio representa uma conquista histórica, mas os dados atuais mostram que a legislação ainda não se traduziu em segurança plena para as mulheres. No Acre, cada novo caso reforça a urgência de políticas públicas eficazes e de uma rede de proteção que funcione antes que a violência chegue ao extremo.

Mais do que estatísticas, os números representam vidas interrompidas, famílias destruídas e uma sociedade que ainda falha em proteger as mulheres. Elizete e Auriscléia tinham nomes, sonhos e histórias. Lembrá-las é um compromisso do jornalismo e da sociedade para que nenhuma mulher seja reduzida a estatística.

Canais de Ajuda

A denúncia e o rompimento do ciclo de violência são passos desafiadores, mas necessários, que demandam suporte de familiares, amigos e instituições especializadas. O acolhimento da vítima é essencial para romper o ciclo de violência e desvincular-se do agressor.

As vítimas podem procurar a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam) pelo telefone (68) 3221-4799 ou a delegacia mais próxima.

Também podem entrar em contato com a Central de Atendimento à Mulher, pelo Disque 180, ou com a Polícia Militar do Acre (PM-AC), pelo 190.

Outras opções incluem o Centro de Atendimento à Vítima (CAV), no telefone (68) 99993-4701, a Secretaria de Estado da Mulher (Semulher), pelo número (68) 99605-0657, e a Casa Rosa Mulher, no (68) 3221-0826.

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