Registro feito e aguardando julgamento da Justiça Eleitoral
Josué Amorim, pai do candidato ao Senado pela Frente Popular do Acre Ney Amorim, teve candidatura registrada no Tribunal Regional Eleitoral na condição de segundo suplente ao Senado do próprio filho.
A vaga já havia sido destinada ao Pros. Houve um entendimento entre os partidos nanicos que a segunda suplência de Ney Amorim seria do Pros. O professor Eluzimar de Almeida seria o nome indicado. Mas, de acordo com uma fonte ligada à Frente Popular, ele não havia se desimcompatibilizado no prazo exigido pela legislação.
Esta mesma fonte chega a se surpreender com a condução do processo político na coligação. “Está meio solta, sem a disciplina e a organização que eram a marca desse grupo”, compara. Outro aspecto que surpreende é o fato de que Ney Amorim fez costuras políticas não apenas com boa parte dos parlamentares da Aleac nos últimos quatro anos. Mas, assessores afirmavam, com certa dose de orgulho, a capacidade que o presidente da Aassembleia teve de se articular com os partidos nanicos. Daí a surpresa da decisão.
A reportagem do site AGazeta.Net fez diversas ligações para o candidato Ney Amorim e para assessores próximos para que explicasse os critérios de escolha. Não houve retorno. O espaço para que as explicações ocorram continua à disposição.



