Oferta e distribuição de remédios ainda rendem problemas
A Secretaria de Saúde de Rio Branco apresentou o relatório dos gastos com a saúde dos primeiros quatro meses do ano. A Constituição Brasileira exige dos municípios um gasto mínimo de 15% com a saúde. De acordo com os dados apresentados pela secretária adjunta de saúde Jesuíta Arruda, a prefeitura da Capital já alcançou 13%, e até o final de ano vai fechar o percentual exigido.
No primeiro quadrimestre do ano o município gastou quase R$ 25 milhões com a atenção básica. A prefeitura mantém 91 centros de saúde responsáveis por 662.000 procedimentos nos 4 meses iniciais de 2018.
Só exames foram 30 mil; 60 mil visitas domiciliares, 70 mil consultas e foram mais de 16 mil receitas médicas atendidas. A secretária foi questionada em alguns quesitos pelos poucos vereadores que foram acompanhar a prestação de contas, principalmente a falta de medicamentos.
Jesuíta explicou que em muitos casos os médicos pedem medicamentos que a prefeitura não tem em seu estoque, ou a demanda, em determinados meses, é maior por algum remédio. Por isso, existem reclamações. “Estamos trabalhando para atender todos os pedidos, mas a cada mês enfrentamos um problema diferente, mas conseguimos atender uma boa parte dos pedidos”, explicou.
Outros números apresentados pela secretária de saúde preocuparam, mas segundo a gestora a prefeitura vem mantendo a meta determinada pelo Ministério da Saúde, com exceção da cobertura da população com equipes de atenção básica que chegou a apenas 78%. A mortalidade infantil nos 4 primeiros meses em Rio Branco chegou a 14,4 %; gravidez na adolescência chegou a 17,9%.
O relatório quadrimestral que tinha sido analisado e aprovado pelo Tribunal de Contas Estado vai para as comissões da Câmara de Vereadores. E, em seguida, segue para plenário para ser votado.



