Estudantes discutem consequências da venda do voto
O Tribunal Regional Eleitoral (TRE) promove palestras de educação e conscientização política para estudantes. Despertar o pensamento crítico e reflexivo é o objetivo da iniciativa.
Uma aula diferente! Dentro da lição, a descoberta de que a palavra democracia vem do grego, demo, que significa “povo” e kracia que quer dizer “governo”, então se juntar as duas fica “governo do povo”. Se pertence ao povo, é importante saber o que envolve o processo eleitoral, quais são os três poderes e suas funções, a idade mínima pra ser candidato e ainda, que preço se paga com a compra de votos.
A Escola Judiciária Eleitoral do Acre promove palestras para estudantes e nossa equipe acompanhou uma, com os 70 alunos do Centro Integrado empresa escola CIEE foram puderam ouvir e absorver conhecimento.
Durante a palestra, os estudantes participam, interrompem com questionamentos, opinam, é bem dinâmica. A secretária da escola do TRE, Débora Karen, fala com empolgação, com fé de que é preciso formar bons eleitores hoje, que podem ser propagadores da boa postura e de ser reflexivo e crítico diante da avaliação de propostas dos candidatos.
“Instruí-los a cerca de conceitos básicos acerca de cidadania, democracia e o nosso papel de relevância na escolha dos nossos representantes”, afirma a secretária.
Daniel Ico, 17, afirma que já escolheu seus candidatos e que a palestra o ajudou a confirmar suas opções. “É o primeiro ano que vou votar. Essa palestra me deu reforço em qual pessoa vou votar, qual vou escolher pra me representar. Sabemos que vivemos num país que não está em boa situação e o poder está nas nossas mãos, então creio que podemos fazer a mudança, ainda tenho esperança”, afirma o jovem.
Esperança talvez seja a palavra que o TRE quer enfatizar em meio as palestras. O momento político é de uma nação desacreditada, mas é através do voto, que podemos ou não ter o poder de se manifestar.
“Que país é o que queremos deixar. Então, precisamos semear e, sobretudo, entender que a minha postura de decência, honra e honestidade tem reflexo nisso tudo, na cidadania. Quando exerço meu voto com consciência estou sendo um bom cidadão, e é de bons cidadãos que a nação brasileira precisa”, conclui Débora.



