Alerta para eleitor: não tornar público voto via celular
A superintendente da PF no Acre, Diana Calazans, e a presidente do Tribunal Regional Eleitoral, Regina Ferrari, concederam entrevista coletiva na sede do TRE para detalhar a Operação Selfie Proibida, que tenta inibir a ação de eleitores que filmam ou fotografam a urna eletrônica no momento do voto.
As gestoras públicas afirmaram que a coletiva teve como objetivo alertar a população para que não tente fazer do ato de votação um gracejo criminoso, com punição que varia de um mês a dois anos de prisão.
A Operação Selfie foi deflagrada na manhã desta sexta-feira (26) e cumpriu mandado de busca e apreensão expedido pela Justiça Eleitoral do Acre. O eleitor do Acre foi levado para a sede da Polícia Federal em rio Branco para prestar esclarecimentos. Vai responder o processo em liberdade, mas vai ser julgado por crime de quebra de sigilo do voto. Ele teve o aparelho celular apreendido.
A Polícia Federal e a Justiça Eleitoral orientam que os eleitores não utilizem o aparelho de celular na cabine da votação, pois é conduta proibida e configura crime previsto no artigo 312 do Código Eleitoral. Caso o eleitor desrespeite essa proibição e seja surpreendido, poderá ser preso em flagrante por violação do sigilo do voto.



