23 °c
Rio Branco
33 ° qua
33 ° qui
segunda-feira, 16 de março de 2026
agazeta.net
  • Últimas Notícias
    • Saúde
    • Entretenimento
    • Esporte
    • Colunas Sociais
      • Vagno Di Paula
      • Jackie Pinheiro
      • Gazeta Estilo
      • Claudia Souza
    • Coluna da Casa
      • A Política Nossa de Cada Dia
      • Antirracismo em Pauta
      • Banzeiro Econômico
      • Brasil e o Mundo
      • Direito de Saia
      • Errantes
      • Escavando História
      • Faixa a Faixa
      • Filmes E Séries
      • Gastronomia e Cultura
      • Pódio 360
      • Nutrição em Foco
      • PsicologicaMente
      • Sobre Livros e Leituras
  • Polícia
  • Política
  • Editais
  • Empregos e Concursos
    • Empregos
    • Oportunidades
  • Cotidiano
  • TV Gazeta
    • Balanço Geral
    • Gazeta Alerta
    • Gazeta Entrevista
    • Gazeta em Manchete
  • Últimas Notícias
    • Saúde
    • Entretenimento
    • Esporte
    • Colunas Sociais
      • Vagno Di Paula
      • Jackie Pinheiro
      • Gazeta Estilo
      • Claudia Souza
    • Coluna da Casa
      • A Política Nossa de Cada Dia
      • Antirracismo em Pauta
      • Banzeiro Econômico
      • Brasil e o Mundo
      • Direito de Saia
      • Errantes
      • Escavando História
      • Faixa a Faixa
      • Filmes E Séries
      • Gastronomia e Cultura
      • Pódio 360
      • Nutrição em Foco
      • PsicologicaMente
      • Sobre Livros e Leituras
  • Polícia
  • Política
  • Editais
  • Empregos e Concursos
    • Empregos
    • Oportunidades
  • Cotidiano
  • TV Gazeta
    • Balanço Geral
    • Gazeta Alerta
    • Gazeta Entrevista
    • Gazeta em Manchete
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
agazeta.net
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Home Coluna da Casa Brasil e o Mundo
  • A Arquitetura da Escassez: por que o ouro voltou a ganhar espaço em um mundo de crédito abundante

    por Marcello Gomes Afonso
    16 de março de 2026
    em Brasil e o Mundo
    A Arquitetura da Escassez: por que o ouro voltou a ganhar espaço em um mundo de crédito abundante

    Imagem: Reprodução.

    Ouça Aqui

    A recente valorização do ouro a patamares históricos não deve ser vista como tendência passageira. Metais preciosos tornam-se mais relevantes quando aumenta a cautela em relação ao sistema financeiro. Nesse processo, não é o ouro que se transforma; o que muda é o ambiente institucional que sustenta as moedas, o crédito e a estrutura de capitais.

    Durante décadas, o sistema econômico internacional foi organizado em torno de um eixo relativamente estável: o dólar, os títulos do Tesouro americano e a profunda liquidez de seus mercados. Tal arranjo permitiu financiar comércio, investimentos e reservas internacionais com eficiência incomum na história. No entanto, todo sistema carrega consigo um custo inerente: a necessidade permanente de confiança.

    Nos últimos anos, diversos sinais têm indicado que agentes institucionais passaram a reavaliar a distribuição de risco em suas reservas. Dados do World Gold Council (Conselho Mundial do Ouro) mostram que bancos centrais de todo o mundo acumularam mais de 1.000 toneladas de ouro em cada um dos últimos três anos, em comparação com uma média anual entre 400 e 500 toneladas na década anterior. Não se trata de abandono das moedas fiduciárias, mas de um movimento clássico de diversificação diante de um ambiente mais complexo.

    • ‎Siga o canal “TV Gazeta / Agazeta.net” no WhatsApp

    Esse comportamento revela um aspecto nem sempre enfatizado do sistema monetário: a centralidade do crédito. A maior parte da liquidez global não nasce diretamente da produção de riqueza real, mas da expansão de balanços bancários e da emissão de dívida pública. Enquanto a confiança se mantém, o crédito amplia investimentos, financia governos e sustenta a valorização de ativos.

    O problema surge quando o alargamento financeiro se distancia demasiadamente da base produtiva. A história demonstra que ciclos de crédito amplificados costumam produzir períodos de aparente estabilidade seguidos por ajustes abruptos e, não raramente, catastróficos.

    Hoje, parte da estabilidade percebida nos mercados repousa na atuação permanente dos bancos centrais. Estimativas do Instituto de Finanças Internacionais indicam que a dívida pública global chegou a US$ 101,3 trilhões no final do segundo trimestre de 2025 e o Monitor Fiscal do Fundo Monetário Internacional revelou que, em um cenário negativo, poderá atingir 117% do PIB mundial já no próximo ano –  o maior nível desde o fim da Segunda Guerra Mundial.

    Esse contexto cria uma peculiar assimetria. De um lado, ativos continuam a se valorizar impulsionados pela liquidez. Do outro, cresce a percepção de que tal valorização depende de condições institucionais delicadas.

    É nesse ponto que os metais preciosos retomam sua função histórica. O ouro não é um investimento no sentido tradicional, pois não produz dividendos, não oferece rendimento próprio e tampouco depende do crescimento para existir. Seu papel é servir como reserva de valor em cenários onde a previsibilidade das moedas e dos títulos se torna menos evidente  – e, portanto, mais volátil.

    Isso ajuda a explicar por que, ao lado do ouro, cresce também o interesse por ativos tangíveis – capacidade industrial, terras produtivas e recursos minerais. Diferentemente de instrumentos puramente financeiros, esses elementos mantêm valor intrínseco ligado à utilidade concreta e à sua escassez.

    No comércio internacional, a distinção é particularmente relevante. Cadeias globais de suprimento dependem menos de abstrações e mais de fluxos reais de entrega. Assim, produção material e circulação de bens continuam sendo determinantes centrais da competitividade econômica.

    Isso não significa que mercados estejam condenados a um colapso ou que ativos monetários devam ser abandonados. O ponto crucial é reconhecer que todo modelo baseado em crédito envolve ciclos naturais de expansão e retração.

    Ao longo do tempo, sistemas evoluíram, arranjos geopolíticos se reorganizaram e novos centros de poder surgiram. O que permanece relativamente constante é a lógica do capital: proteger valor, preservar liquidez e reduzir exposição a riscos concentrados.

    Nessa conjuntura, a ascensão do ouro não deve ser interpretada como nostalgia por um passado distante, mas como indicador de prudência institucional. Em momentos de transição, resguardar capital significa reconhecer os limites da liquidez e as fragilidades estruturais do sistema financeiro mundial.

    Marcello Gomes Afonso

    Artigos Relacionados

    “A vontade mesmo é entregar o boné”, diz dono da Ricco ao revelar prejuízo milionário no transporte coletivo

    “A vontade mesmo é entregar o boné”, diz dono da Ricco ao revelar prejuízo milionário no transporte coletivo

    segunda-feira, março 16, 2026

    A crise no transporte coletivo voltou a ganhar novos capítulos nas últimas semanas. Na semana passada, motoristas realizaram uma paralisação...

    De hobby a negócio: histórias de quem lucra com brechós em Rio Branco

    De hobby a negócio: histórias de quem lucra com brechós em Rio Branco

    segunda-feira, março 16, 2026

    Por: Aniely Cordeiro para o Agazeta.net*  Os brechós têm ganhado cada vez mais destaque no Brasil e, na capital acreana,...

    Dino acaba com a aposentadoria compulsória como punição a juízes

    Dino acaba com a aposentadoria compulsória como punição a juízes

    segunda-feira, março 16, 2026

    O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu em liminar assinada nesta segunda-feira (16) acabar com a aposentadoria...

    Nenhum resultado
    Ver todos os resultados

    Artigos Recentes

    • A Arquitetura da Escassez: por que o ouro voltou a ganhar espaço em um mundo de crédito abundante 16 de março de 2026
    • “A vontade mesmo é entregar o boné”, diz dono da Ricco ao revelar prejuízo milionário no transporte coletivo 16 de março de 2026
    • De hobby a negócio: histórias de quem lucra com brechós em Rio Branco 16 de março de 2026
    • Dino acaba com a aposentadoria compulsória como punição a juízes 16 de março de 2026
    • PREGÃO ELETRÔNICO N° 005/2026 AVISO – SESC/AR-AC 16 de março de 2026
    Av. Antônio da Rocha Viana, 1.559
    Vila Ivonete
    Rio Branco - Acre
    Cep. 69918-308
    Entre em contato: WhatsApp (68) 9907-9096
    • Home
    • Quem Somos
    • Expediente
    • Mídia Kit
    • Contato
    • Política de privacidade

    © 2024 agazeta.net - Desenvolvido por NK7.

    Welcome Back!

    Login to your account below

    Forgotten Password?

    Retrieve your password

    Please enter your username or email address to reset your password.

    Log In

    Add New Playlist

    Nenhum resultado
    Ver todos os resultados
    • Últimas Notícias
      • Saúde
      • Entretenimento
      • Esporte
      • Colunas Sociais
        • Vagno Di Paula
        • Jackie Pinheiro
        • Gazeta Estilo
        • Claudia Souza
      • Coluna da Casa
        • A Política Nossa de Cada Dia
        • Antirracismo em Pauta
        • Banzeiro Econômico
        • Brasil e o Mundo
        • Direito de Saia
        • Errantes
        • Escavando História
        • Faixa a Faixa
        • Filmes E Séries
        • Gastronomia e Cultura
        • Pódio 360
        • Nutrição em Foco
        • PsicologicaMente
        • Sobre Livros e Leituras
    • Polícia
    • Política
    • Editais
    • Empregos e Concursos
      • Empregos
      • Oportunidades
    • Cotidiano
    • TV Gazeta
      • Balanço Geral
      • Gazeta Alerta
      • Gazeta Entrevista
      • Gazeta em Manchete

    © 2024 agazeta.net - Desenvolvido por NK7.

    Este site usa cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para que os cookies sejam usados. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.