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Home Coluna da Casa Escavando História
  • Acolhendo a Diversidade: a importância da Umbanda na vida da comunidade LGBTQIAPN+

    por Agazeta.Net
    20 de fevereiro de 2024
    em Escavando História
    Acolhendo a Diversidade: a importância da Umbanda na vida da comunidade LGBTQIAPN+

    Arte: Ruimar Cavalcante do Carmo Junior

    Ouça Aqui

    Por Káren Martins Tomás

    A Umbanda é paz e amor, um mundo cheio de Luz, é força que nos dá vida, E a grandeza nos conduz, avante, filhos de fé, como a nossa lei não há, levando ao mundo inteiro, A bandeira de Oxalá, levando ao mundo inteiro, A bandeira de Oxalá…

    (José Manoel Alves. Hino da Umbanda, 1961)

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    A coluna Escavando História nos proporciona aprofundarmos as narrativas que revelam a importância da diversidade e inclusão. Nesta conjunção, investigaremos a relevância da Umbanda na vida da comunidade LGBTQIAPN+, destacando como essa religião de matriz africana se tornou um refúgio acolhedor e um espaço de resistência para sujeitos diversos.

    A Umbanda, religião de matriz africana com influências do espiritismo, catolicismo e tradições indígenas, reflete o sincretismo religioso. A inclusão da comunidade LGBTQIAPN+ nos terreiros de Umbanda ressalta paralelos com os preconceitos arraigados na sociedade, marcada por racismo, intolerância religiosa e homofobia. Nesta perspectiva, ao destacarmos os espaços de acolhimento, percebemos a conexão entre a luta contra a intolerância religiosa e a criação de ambientes de resistência carregados de axé, que rompem com as estruturas marginalizadas. Por sua historicidade a Umbanda é uma religião onde muitos têm preconceito, isso se fundamenta pelo fato de ser uma religião de matriz africana, onde o desconhecido é demonizado. Sendo assim, a Umbanda é uma religião conhecida por sua abertura à diversidade de sujeitos que a compõem.

    O sagrado transcende além dos julgamentos de uma sociedade estruturalmente homofóbica, encontrar e abraçar o verdadeiro eu, aquele que faz parte da comunidade LGBTQIAPN+. Ao diferenciar espiritualidade de religião, percebemos que juntas oferecem um refúgio onde as identidades são respeitadas e isso promove a quebra de preconceitos e estereótipos, especialmente na interseccionalidade entre a comunidade LGBTQIAPN+ e a religião Umbanda. A Umbanda, historicamente marginalizada, acolhe a diversidade, oferecendo um espaço onde ser diferente é acolhido. Essa compreensão reforça a importância da religião como um canal de conexão espiritual, independentemente da orientação sexual ou identidade de gênero.

    Em conformidade com o autor Barbosa (2014) a Umbanda[1] é uma religião relativamente nova, tendo seu surgimento no século XX no Brasil, no contexto da cultura afro-brasileira, a Umbanda é caracterizada por uma ampla diversidade de representações, variadas origens e práticas, que refletem a pluralidade de crenças e visões dentro da religião. Nesse sentido, nas religiões de matrizes africanas, a diversidade de gênero e sexualidade é muitas vezes compreendida e aceita de maneira mais ampla do que em outros contextos religiosos.

    O trecho do hino da Umbanda, que ressalta os valores de paz, amor, luz e grandeza presentes nessa religião, representa a bandeira de Oxalá que é levada ao mundo inteiro, simbolizando a essência espiritual do sagrado e a universalidade dos princípios da Umbanda, que prega a união de todos os seres em um propósito comum de evolução espiritual, independentemente de raça, gênero ou orientação sexual. A Umbanda é uma religião que possui diferentes versões sobre sua origem, variando de acordo com as tradições e linhas de atuação de cada casa de Umbanda com os seus fundamentos. Apesar das diferenças, todas as versões compartilham a ideia de abraçar a diversidade como um reflexo da multiplicidade divina, acolhendo pessoas de todas as origens e identidades.

    A riqueza da diversidade no campo umbandista está justamente na capacidade de se adaptar, evoluir e integrar diferentes formas de entender e vivenciar a espiritualidade, logo, é importante ressaltar que essa diversidade também contribui para a inclusão e a valorização de diferentes identidades culturais e espirituais. Além da diversidade de práticas e rituais, a Umbanda também abraça a diversidade de pessoas e suas necessidades espirituais. Nesse sentido, oferece um espaço inclusivo para pessoas de diferentes orientações sexuais, identidades de gênero, raças, origens étnicas e socioeconômicos. Assim sendo, todos são bem-vindos na Umbanda, desde que respeitem os princípios e valores fundamentais da religião.

    Segundo o autor Saraceni (2019) a Umbanda significa: o sacerdócio em si mesmo no médium, que sabe lidar tanto com os espíritos, quanto com a natureza humana. Umbanda é o portador das qualidades, atributos e atribuições que lhe são conferidos pelos senhores da natureza: os orixás! Umbanda é o veículo de comunicação entre os espíritos e os encarnados, e só um Umbanda está apto a incorporar tanto os do alto quanto os do embaixo, assim como os do Meio, pois ele é, em si mesmo, um templo.

    Hoje, membros da Umbanda estão trabalhando para recuperar e reexaminar esses aspectos mais inclusivos da tradição. Isso pode envolver a revisão de certos conceitos e dogmas excludentes ou heteronormativos, bem como a criação de espaços mais inclusivos dentro da religião para indivíduos LGBTQIAPN+. Nesse sentido, a umbanda pode ser vista como uma religião que celebra o poder e a força do feminino, o que pode ser visto como um sinal positivo para a inclusão na religião. Portanto, é importante lembrar que a Umbanda, como qualquer outra religião, é produto de seus seguidores. Dessa maneira, a discussão sobre a inclusão de sujeitos que fazem parte da comunidade LGBTQIAPN+ na Umbanda faz parte de uma conversa mais ampla sobre representação e igualdade dentro das tradições religiosas.

    Como tal, Saraceni (2019) dialoga que à comunidade de praticantes buscar facilitar um ambiente de inclusão e aceitação, independentemente da orientação sexual ou identidade de gênero, pois, diálogo e da educação sobre esses temas e a criação de espaços dentro da religião onde os indivíduos LGBTQIAPN+ possam se sentir apoiados e acolhidos. À vista disso, caberá aos praticantes individuais decidir como eles querem interpretar os ensinamentos da religião em relação a essas questões, mas esperamos que o guarda-chuva da diversidade e inclusão possa continuar a se expandir dentro da umbanda e de outras religiões.

    Os desafios enfrentados pela comunidade LGBTQIAPN+ começam dentro de casa, onde, infelizmente, muitas vezes enfrentam rejeição e falta de compreensão em relação à sua orientação sexual ou identidade de gênero por parte de familiares e pessoas próximas. Essa falta de apoio pode levar muitos a se sentirem deslocados e isolados. Em busca de um ambiente onde possam se sentir acolhidos e compreendidos, muitos indivíduos LGBTQIAPN+ encontram nos terreiros de Umbanda não apenas um espaço espiritual, mas também um refúgio onde são aceitos e respeitados independentemente de sua identidade de gênero ou orientação sexual.

    Ao analisarmos a relação entre a comunidade LBTQIAPN+ e a religião Umbanda, conseguimos extrair a diversidade de ambas, a forma acolhedora e singular de cada ser independente de sua identidade de gênero e orientação sexual e com respeito à individualidade e enaltecimento da diversidade como fonte de conexão com o sagrado, um ambiente de harmonia e aceitação quebrando preconceitos enraizados na sociedade.

    Axé!

    Patakori Ogum, Ogunhê meu pai!

    ___________

    Referências

    AKOTIRENE, Carla. Interseccionalidade. Pólen Produção Editorial LTDA, 2019.

    BARBOSA JÚNIOR, Ademir. Novo dicionário de Umbanda. 2014.

    SARACENI, Rubens. Doutrina e teologia de umbanda sagrada: a religião dos mistérios um hino de amor à vida. 15 ed., São Paulo: Madras, 2019.

    ___________

    Bacharelanda em História pela Universidade Federal do Acre (Ufac). Integrante do Grupo de Pesquisa Núcleo de Estudos Afro-Brasileiros e Indígenas da Universidade Federal do Acre (Neabi/Ufac). Bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC), com a pesquisa, “Saberes e sabores em banquetes e piqueniques: alimentação e cultura alimentar no Acre Federal”.

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