O caso de varíola do macaco (MPOX) confirmado em Brasileia nesta terça-feira (17) levantou um alerta quanto a importância do diagnóstico rápido da doença aliado ao isolamento imediato. O secretário de saúde do Acre, Dr. Pedro Pascoal, afirmou que essa é a principal medida para o controle da doença.
“Nós temos testes disponíveis para toda a população e orientamos que, em caso de suspeita a doença, se mantenha isolado. Procure somente o atendimento médico e siga as orientações das nossas autoridades sanitárias”.
Os sintomas da doença dor de cabeça, febre, bolhas na pele, linfonodos inchados, dor no corpo, calafrios e mal-estar. Os sinais costumam aparecer entre 3 a 16 dias após a contaminação e costumam se estender até 21 dias.

A transmissão pode ocorrer a partir de objetos contaminados e, principalmente, do contato com pessoas infectadas, através das lesões na pele, por vias respiratórias e contato com fluídos corporais.
“Ao aparecer os sintomas, orientamos que procurem as nossas equipes de saúde em Unidades de Pronto Atendimento (UPA), hospitais regionais, até mesmo no postinho de saúde”, orienta Pascoal.
Em nota publicada nesta terça-feira (17), a Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre) esclareceu que o paciente contraiu a doença em São Paulo, enquanto esteve de férias no estado. Os sintomas mais fortes só apareceram uma semana depois e foram diagnosticados em Brasiléia. O caso foi classificado como importado.
“O paciente já recebeu todas as orientações sobre a questão do isolamento. Uma investigação completa será feita para que a gente garanta que não tenhamos nenhum tipo de transmissão dessa doença aqui no Estado”.
O secretário destaca, ainda, que a situação está sob controle e que não foi diagnosticado nenhum outro caso no estado em 2025.



