Em sessão nesta terça-feira, 03, a Câmara Municipal de Rio Branco viveu clima de tensão. Após a confusão que envolveu o músico Diogo Soares, da banda Los Porongas, e o líder do prefeito da capital, João Marcos Luz (MDB), os vereadores votaram, em sua maioria a favor, para que o presidente da Fundação Garibaldi Brasil (FGB), Anderson Gomes, preste esclarecimentos acerca do contrato no valor de mais de R$ 200 mil com o restaurante Spetus Bar, de Sena Madureira para operacionalização da Lei Paulo Gustavo, na próxima quarta-feira (10).
De nove parlamentares presentes, apenas João Marcos Luz e Arnaldo Barros (PODE) votaram contra a presença do presidente da FGB para esclarecimento. O restante votou sim, sendo: Elzinha Mendonça (PSB), Francisco Piaba (DEM), Fábio Araújo (PDT), Joaquim Florêncio (PDT), N. Lima (PP), Raimundo Castro (PSDB) e Samir Bestene (PP).
Entenda a confusão
A Sessão Plenária na Câmara Municipal de Rio Branco na manhã desta terça-feira,03, foi bastante agitada, após o músico da banda Los Porongas, Diogo Soares e o líder do prefeito da capital, João Marcos (MDB), se desentenderem e começarem uma série de discussões em que foi preciso um segurança da Câmara para poder segurar o músico que estava indo em direção ao vereador João Marcos.
O fato ocorreu durante a sessão que tratava sobre o pedido de suspensão de um contrato da Fundação Garibaldi Brasil (FGB) no valor de R$ 205,00 mil com o restaurante Spetus Bar, de Sena Madureira. Os fazedores de cultura alertam que isso pode comprometer parte do recurso da Lei Paulo Gustavo.
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