Flexibilização de medidas deve ocorrer ainda este mês
Uma reunião entre representantes do governo e da Federação das Indústrias do Estado do Acre (Fieac) foi realizada nesta terça-feira (9). O governador, Gladson Cameli, e o vice, Major Rocha, afirmam que estão estudando a possibilidade de abertura gradual do comércio e retorno das atividades econômicas a partir dos próximos dias.
De acordo com Cameli, a medida será possível graças à ampliação do número de leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI’s), e demais estruturas na rede pública hospitalar, para o tratamento de pacientes com a Covid-19.
A possível reabertura dos estabelecimentos comerciais deverá cumprir rigorosas regras de controle sanitário e limitação de pessoas dentro dos ambientes internos.
“Estamos elaborando um novo decreto especificando as novas regras que o Estado vai adotar a partir da próxima semana. Queremos fazer a retomada da nossa economia com total responsabilidade, cumprindo as recomendações de saúde para evitar a proliferação do vírus”, pontuou o governador.
Major Rocha explicou que o governo também está preocupado com a recuperação da economia na pós-pandemia. O vice-governador reconheceu a importância do setor empresarial na geração de empregos e compromisso com o desenvolvimento do Acre.
“Nosso governo entende a dificuldade que os empresários vêm passando por causa da crise provocada pelo coronavírus e precisamos dar apoio para o setor. Já que não podemos anistiar dívidas, nada mais justo que elaborarmos, juntamente com a participação dos empresários, uma alternativa que seja boa para todos”, frisou.
O presidente da Fieac elogiou a postura do governo estadual pela flexibilização das medidas. Para José Adriano, a retomada de setores do comércio e indústria será fundamental para a geração de novos postos de trabalho e retomada da economia.
“Sabemos das dificuldades de enfrentamento nessa situação de pandemia, porém, não podemos cochilar em relação ao amanhã, que é a necessidade de manter as pessoas conscientes para poder suprir suas necessidades essenciais com emprego”, salientou.



