O advogado da família de Géssica Melo, morta durante perseguição policial na BR-317, trouxe novos elementos para a discussão do caso. A enfermeira teve morte instantânea após agentes realizarem vários disparos de arma de fogo contra o carro da vítima.
No boletim de ocorrência do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), é narrado que Géssica Melo estava portando uma arma, por essa razão, os disparos foram realizados. De acordo com o advogado, a cena em questão foi totalmente implantada pela polícia.
“Não existia arma. Implantaram aquela arma e a perícia também vai afirmar isso.” Diz advogado
Outra situação controversa, é que ao levar o corpo de Géssica Melo para o hospital, os policiais afirmaram que se tratava de um acidente de trânsito.
“A mentira deles foi descoberta. A médica viu que havia disparos de arma de fogo. Inclusive, essa médica era amiga pessoal dela” afirma advogado
Ainda de acordo com o advogado, a perícia mostrou que foram dez disparos contra o carro da vítima, todos pela parte traseira. Dois militares do Gefron foram presos, mas, de acordo com o advogado, os militares de capixaba e da Polícia Rodoviária Federal também deveriam estar presos.
No boletim do Gefron, indica a informação de que uma viatura da PRF acompanha a perseguição, mas o documento não cita o nome dos agentes.
Matéria feita em vídeo pelo repórter Adailson Oliveira para a TV GAZETA



