O júri popular dos suspeitos, Gean Carlos Nascimento, Gean Júnior, Gilvan, Luciano e Frâncico Mendes de Souza, acusados de chacina contra uma família boliviana no fronteira do Acre, no dia 13 de setembro de 2020, estava marcado para 31 de julho desse ano, porém, foi remarcado para o dia 07 de agosto. O julgamento vai ocorrer na 2ª Vara do Tribunal do Júri e Auditoria Militar da Comarca de Rio Branco, com a previsão de quatros dias de duração.
O crime ocorreu na região próxima do ramal do Pelé, no município de Acrelândia. Uma família de brasileiros é suspeita de matar uma mãe e dois filhos, ferir uma jovem de 14 anos que apenas se salvou por fingir que estava morta.
Além disso, na chacina da família boliviana, os matadores são de outra família formada por brasileiros. E nessa casa também no ramal do Pelé moravam os Silvas. Gean Carlos Nascimento da Silva pode ter comandado e dado à ordem para matar os bolivianos que moravam do outro lado do rio Abunã.
No dia do crime, Gean e parte da família se armaram e foram até a casa dos bolivianos para resgatar o filho Gilvani Nascimento da Silva, o filho teria estuprado a jovem de 14 anos, e o seu pai, Pedro Ribas amarrado Gilvani e saído em busca da polícia.
Enquanto isso, Gilvani foi resgatado e a família boliviana condenada à morte. Dos sete que participaram da chacina, apenas Gilvani não vai sentar no banco dos réus, ele estava foragido e foi morto ano passado na baixada da Sobral após desentendimento com um faccionado.
Com informações do repórter Adailson Oliveira para TV Gazeta



