Homem é acusado de envolvimento na morte da missionária Dorothy Stang e tem 60 dias para deixar o local
A Justiça Federal determinou que Amair Feijoli da Cunha, o Tato, apontado como responsável pela contratação dos pistoleiros que mataram a missionária norte-americana Dorothy Stang, em fevereiro de 2005, e invasor, deixe as terras localizadas da floresta do Antimary, BR-364, em Sena Madureira.
O documento intima Amair e a filha, Patrícia Coutinho da Cunha, para que “desocupem de forma voluntária, no prazo de 60 dias, e retirem seus bens móveis, a fim de que seja retomada a posso direta da área pelo Estado do Acre, cessionário da Unidade de Conservação Floresta do Antimary”.
Vencido o prazo de 60 dias sem que seja cumprido de forma espontânea a ordem de desocupação, a Polícia Fderal, com apoio do Batalhão de Polícia Ambiental, deverá adentrar no imóvel e proceder com a retirada forçada dos que se opuserem à ordem.
Amair é investigado pelos Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) e Ministério Público Federal por desmatar uma área de 600 hectares, criar gado e ameaçar moradores da unidade de conservação ambiental. Ele também é alvo da Polícia Civil de Sena Madureira, do Batalhão de Policiamento Ambiental, do Instituto de Meio Ambiente do Acre (Imac) e da Secretaria de Meio Ambiente Estadual (Sema).
Informações de Adailson Oliveira para TV Gazeta



