O Ministério Público do Acre (MPAC), abriu um inquérito civil nesta terça-feira (12), para apurar a crise de abastecimento de água que afeta moradores de diversos bairros da capital acreana, Rio Branco. A situação tem gerado transtornos significativos à comunidade, especialmente para aqueles já impactados pelas consequências das enchentes recentes na região.
O promotor de Justiça Dayan Moreira Albuquerque tomou a iniciativa de encaminhar um ofício ao Serviço de Água e Esgoto de Rio Branco (Saerb), para solicitar esclarecimentos sobre a atual situação do abastecimento de água na cidade e quais medidas estão sendo adotadas para resolver o problema de forma efetiva
A abertura do inquérito civil ressalta a gravidade da situação e a necessidade de uma atuação diligente por parte das autoridades competentes para solucionar a crise de abastecimento de água em Rio Branco.
O Saerb publicou uma nota nesta terça-feira (12) para esclarecer sobre a situação da crise hídrica na cidade. De acordo com uma nota, um dos principais problemas enfrentados foi a necessidade de desvirar a bomba da captação da Estação de Tratamento de Água II (ETA II), que virou na última terça-feira (5). A expectativa é que a situação se normalize nesta quarta-feira (13).
Devido a paralisação alguns bairros ficaram sem abastecimento são eles: Castelo Branco, Bela Vista, Mascarenhas de Moraes, Abraão Alab, Estação Experimental, Ivete Vargas, Centro, Bosque, Cohab do Bosque, Aviário, Base, Morada do Sol, Tropical, Cadeia Velha, Habitasa, Adalberto Aragão e São Francisco.
Calafate, Bela Vista, Novo Horizonte, Village Tiradentes, Primavera, Habitat Brasil, Vila Betel, Fundhacre, Pedro Roseno, Residencial Araçá, Conjunto Tucumã, Mocinha Magalhães, Joafra, Rui Lino ll e Distrito Industrial.
Portal: Ilson Ribeiro, Universitário, Jorge Kalume, Loteamento Chácara Ipê, Ufac, Portal Ipê e INTO.



