O trecho mais difícil das obras do complexo viário da Avenida Ceará em Rio Branco, que está interditada desde agosto de 2025, já foi concluída. A previsão é de que o tráfego na Avenida Getúlio Vargas, trecho que passa pelo cruzamento com a Avenida Ceará, seja liberado até o fim de março, antes da conclusão total da obra que está prevista para julho deste ano.
De acordo com o secretário de Estado de Obras Públicas, Ítalo Lopes, a escavação foi finalizada e o sistema de contenção do solo já foi instalado. Também já é possível visualizar as alças de acesso ao complexo, que vai interligar ambas as avenidas. A estrutura permitirá conversões entre as duas vias sem a necessidade de semáforos.

De acordo com o governo, o projeto foi desenvolvido após estudos que identificaram o cruzamento entre as avenidas como o ponto com maior tempo de espera no trânsito do Acre. O principal objetivo da obra é dar mais rapidez e agilidade para o transporte coletivo na cidade de Rio Branco.
Por enquanto, as alças ainda não poderão ser acessadas, pois as obras do complexo vão permanecer até meados de julho de 2026, mas o trecho liberado vai permitir que a condução da Avenida Getúlio Vargas seja facilitada sem ter que passar pelo desvio no canal da maternidade.
“Agora no final de março, quem vem ali pela Getúlio Vargas não vai ter mais que ser impedido por esse desvio que nós temos aqui na subida da ladeira da maternidade, a pessoa vai poder seguir direto. Isso alivia o fluxo aqui, alivia o fluxo no Parque da Maternidade, alivia o fluxo também no cruzamento da Floriano Peixoto”, disse ítalo.
Foram investidos mais de R$ 30 milhões para a construção do complexo viário, que é resultado de um convênio do governo do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Obras Públicas (Seop), com governo federal, através da Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), vinculada ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR).
Após a entrega, a gestão do trânsito no local ficará sob responsabilidade da prefeitura de Rio Branco.
Com informações do repórter Luan Rodrigo e editado pelo site Agazeta.net.



