O prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom, diante da situação de enchente na cidade, assinou nesta segunda-feira (26) o decreto de Emergência, além disso, irá viajar para Brasília para tratar sobre o assunto. A informação foi divulgada por ele, em uma entrevista com a TV Gazeta para o programa Balanço Geral e pode sair também em uma edição extra do Diário Oficial do Estado (DOE).

Segundo Bocalom, esse decreto para Rio Branco é necessário, pois o governo do Acre já decretou emergência em todo o estado. Além disso, o Ministério do Desenvolvimento Regional do Brasil reconheceu a situação de calamidade que a região vive. No Acre, cerca de 17 municípios já aderiram a essa alternativa.
“Bom, o decreto, no momento, o governo do estado já fez a decretação de todos os municípios, e o ministério fez um reconhecimento sumário, então, significa que nós vamos entrar agora com o nosso decreto, como outros municípios também já estão fazendo ou fizeram, nós estamos esperando exatamente hoje, segunda-feira, para fazer o nosso decreto, para a gente fazer uma coisa mais correta, entendeu”, explica o prefeito.
Ele esclarece que vai a Brasília com o senador Alan Rick do partido União Brasil, para esclarecer questões voltadas ao decreto. Ele recebeu uma ligação do Senador, no qual foi explicado o reconhecimento sumário da situação, que o ministro do Desenvolvimento Regional do Brasil, Waldez Góes, fez.

A gente sabia que o rio ia continuar subindo. Então, tem que fazer um decreto já de uma vez, com o rio nessa altura que está. Porque até então a Prefeitura está cuidando. Então, a gente vai a Brasília hoje, o senador Alan Henrique me ligou ontem à noite, me passou o decreto de reconhecimento sumário, que o nosso ministro Waldez Góes fez”, esclarece Bocalom.
Além disso, ele explica que conversará com o ministro para saber quais medidas poderão ser tomadas e que tipo de ajuda poderá ser oferecida. O prefeito deixa claro que a Prefeitura age financeiramente e que neste momento cabe ao governo federal ajudar, como fez em todos os outros anos de enchentes.
Então, a prefeitura agora, eu estarei indo lá para poder saber o que é que o ministério pode fazer, quanto de recurso ele pode arrumar, que a prefeitura já está botando a mão no bolso, já está fazendo a parte dela. E agora a gente vai ver o que o ministério pode fazer, o governo federal, que o ano passado foi parceiro também, e a gente agradece muito por isso”, conclui o prefeito.
Matéria em vídeo produzida pela repórter Débora Ribeiro para a TV Gazeta



