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Home Coluna da Casa Errantes
  • Um cotidiano de cada vez: O Manifesto Urban Sketcher em Rio Branco

    por Agazeta.Net
    20 de janeiro de 2026
    em Errantes
    Um cotidiano de cada vez: O Manifesto Urban Sketcher em Rio Branco

    Desenho por: Ana Velasquez. Foto: Acervo USK RBR.

    Ouça Aqui

    As cidades e suas complexidades estruturais atraem os olhos que vagueiam atentos nos detalhes dos cotidianos e em paisagens que geralmente não damos a devida importância. Alguns desses observadores mais viscerais são os Urban Sketchers, um grupo formado por artistas, arquitetos, entusiastas da arte e apreciadores de paisagens urbanas que não se contentam em apenas observar locais precisam captar esse olhar através da arte.

    Esse movimento de artistas urbanos surgiu no site de compartilhamento de imagens Flickr em 2008 pelo espanhol Gabriel Campanario que em seu ofício de jornalista e ilustrador encontrou uma forma de fazer esboços jornalístico, onde para além do desenho de observação se colocava informações sobre a localidade representada, a data da produção e informações técnicas da obra. Em 2009 Campanario decidiu transformar o USK numa organização sem fins lucrativos.

    Em sua elaboração Gabriel escreveu o manifesto para o USK que serve como elemento agregador do grupo:

    “1. Nós fazemos desenhos de locação, através da observação direta, seja em ambientes externos ou internos.

    1. Nossos desenhos contam histórias do dia a dia, dos lugares em que vivemos, e para onde viajamos.
    2. Nossos desenhos são um registro do tempo e do lugar.
    3. Nós somos fiéis às cenas que estamos retratando.
    4. Nós utilizamos qualquer tipo de técnica e valorizamos cada estilo individual.
    5. Nós nos apoiamos e desenhamos juntos.
    6. Nós compartilhamos nossos desenhos on-line.
    7. Nós mostramos o mundo, um desenho de cada vez.”

    No Brasil o movimento de Urban Sketchers ganhou uma versão oficial em 2011, através da iniciativa de Eduardo Bajzek, João Pinheiro e Juliana Russo. Desde então, esse grupo vem crescendo e reunindo um número cada vez maior de entusiasmados desenhistas, em diversas cidades brasileiras como São Paulo, Salvador, Rio de Janeiro, São Luís, Curitiba, Goiânia, Natal, Fortaleza, Brasília, Vitória, Belo Horizonte, Aracajú, Araraquara, Santo André, Florianópolis, Maringá, São Carlos, Porto Alegre, etc.

    Em 2014 o USK Brasil realizou na cidade de Paraty/RJ o 5º Simpósio Internacional de Urban Sketching, um grandioso evento que reuniu cerca de 250 participantes do Brasil e do mundo todo.

    Fonte: https://brasil.urbansketchers.org

    Semelhante ao que aconteceu em São Paulo, aqui no Acre também temos uma versão oficial do movimento Urban Sketcher que foi inciado em 2019, nas redes sociais é conhecido como USK_RBR, que é focado na cidade de Rio Branco. E para trazer mais informações do movimento conversei com a atual coordenadora do Urban Sketcher Rio Branco, a Empresária, Arquiteta Urbanista, Paisagista, e Conselheira do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Acre – CAU AC, Ana Velásquez, mais conhecida como Ana Bambuzini.

    Diego: Ana, muito obrigado por ceder um pouco do seu tempo, eu também faço parte do USK e em minhas participações vejo sua dedicação com o grupo então gostaria de saber   como você conheceu o USK? E como foi a sua primeira participação?”

    Ana: Eu não lembro exatamente como fiquei sabendo do USK, mas o que guardo com muita clareza é do primeiro encontro que participei em agosto de 2019, que aconteceu na Praça da Revolução. Foi ali que conheci os fundadores, a Herlly Sampaio e o Thiago Silva, dois arquitetos maranhenses, que hoje são uns amigos queridos de coração.

    Essa primeira experiência foi marcante, tanto pelo acolhimento que tive por parte deles e toda afinidade que tivemos e pela experiência, porque foi a primeira vez que eu parei para desenhar a cidade de Rio Branco. Até então, eu nunca tinha feito esse exercício de observar o espaço com calma, e fazia tempo que não parava para desenhar também. E fazer isso em um lugar por onde a gente passa no dia a dia, quase sempre de forma automática, faz com que ao desenhar a gente perceba detalhes antes invisíveis e crie um afeto muito maior pelo espaço.

    Diego: Me fala um pouco de como é pra você ser a atual coordenadora hoje do USK Rbr.

    Ana: Quando meus amigos se mudaram para Brasília, em 2022, eles me passaram o bastão. No entanto, o projeto acabou ficando um tempo parado. Só em 2024, que consegui retomar as atividades com o apoio de integrantes do CAU Jovem, que hoje me auxiliam especialmente na comunicação e na organização dos encontros. Como todo projeto coletivo, nada se constrói sozinho, e esse apoio foi fundamental para reativar o USK.

    E para mim, estar como coordenadora do USK é uma responsabilidade que levo com muito carinho. É sobre compartilhar essa forma sensível de olhar a cidade, incentivando a valorização da nossa cultura, do nosso patrimônio e da nossa identidade. Tenho um cuidado muito grande com o grupo e com tudo o que ele representa e significa.

    Diego: Ana, nos dois sabemos como é gratificante desenhar locais de memória, espaços que tiveram contextos afetivos com nossas vidas, mas, me fala, desde quando você passou a frequentar o USK aconteceu alguma mudança no seu modo de ver Rio Branco?

    Ana: O USK transformou a forma como eu vejo a cidade hoje, apesar de sempre ter tido um olhar atento a paisagem, mas hoje eu percebo mais como Rio Branco é repleta de lugares, pontos e espaços lindos, carregados de história, memória e identidade, que muitas vezes passam despercebidos no cotidiano.

    A partir disso, no grupo buscamos ir além do desenho. Não apenas chegar ao local e registrar o espaço com o lápis, mas também promover visitas guiadas, entender o propósito daquele lugar, por que ele existe, como foi construído e o que ele representa para a cidade. Isso dá ainda mais sentido ao desenho e à experiência como um todo, e o afeto pela cidade também aumenta.

    Diego: Expor no museu da nossa cidade é sempre uma honra né, e vocês já estão na segunda exposição em dois anos consecutivos, conta como foi a recepção que o Museu dos Povos Acreanos deu para o USK.

    Ana: A recepção do Museu dos Povos Acreanos foi muito tranquila e acolhedora desde o primeiro contato. Como também atuo como conselheira no CAU (Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Acre), isso facilita o diálogo institucional, mas, logo na primeira conversa em que apresentei a proposta ao Ferleno (Coordenador do MPA), no museu, houve abertura e receptividade para a realização da exposição dos desenhos do USK. Desde então, já realizamos a segunda edição, permanecendo em exibição por cerca de um mês.

    Essas exposições também dialogam com um dos projetos do CAU Educa, o que nos permite integrar diferentes ações do Conselho. Por isso, a exposição se nomeia “a cidade que vivemos e a cidade que sonhamos (pelo olhar das crianças)”, pois buscamos incluir os desenhos das crianças da ação do Cau na exposição. E embora o USK tenha majoritariamente um público jovem e adulto, os encontros vêm se tornando cada vez mais inclusivos e familiares. E nos encontros demos a abertura para que os participantes levam seus filhos, e disponibilizamos materiais fornecidos pelo CAU para que as crianças também desenhem, fortalecendo desde cedo o vínculo com a cidade e possibilitando uma experiência mais integrativa entre várias idades.

    Diego: Esse trabalho de vocês é realmente muito bonito, sempre acompanho pelas redes sociais do CAU educa, e para finalizar nossa conversa, me fala uma meta do Urban Sketcher Rio Branco para 2026.

    Ana: Uma das principais metas para 2026 é ampliar os locais dos encontros, visitando pontos da cidade onde ainda não estivemos. Para isso, buscamos apoio institucional, como transporte, que possibilite chegar a espaços mais distantes, como o Parque Chico Mendes.

    Além disso, temos o desejo de produzir um material impresso — como um livro ou catálogo — reunindo os desenhos já realizados pelo USK. Esse material serviria tanto para divulgar o grupo quanto para fortalecer parcerias com instituições, registrando visualmente os espaços e paisagens que desenhamos ao longo do tempo.

    As ações do USK RBr junto com as ações desenvolvidas pelo CAU Educa nas escolas de Rio Branco reforçam a valorização que esses grupos tem com a cidade e com a formação de cidadãos capazes de enxergar beleza até mesmo em espaços simples e comuns, bem como incentivam pessoas de todas as idades a conhecer mais a fundo a história local e refletir sobre o lugar onde habita. O movimento Urban Sketcher veio como uma carta de amor para a cidade de Rio Branco, desde a escolha de onde acontecerá os encontros, até do que e como serão produzidos os desenhos dos participantes das atividades, demonstram um zelo e uma importância singular com a representação de paisagens da capital acreana, que carece de visão afetuosa até dos próprios moradores.

    Para conhecer mais do movimento Usk, acessem suas redes sociais oficiais no Instagram @usk_rbr e @usk.brasil.

    Diego Fontenele – Licenciando em História na Universidade Federal do Acre (Ufac). Artista visual e membro da equipe de planejamento do Coletivo Artístico Errantz

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