Foto: Odair Leal/Sesacre
O Sindicato dos Urbanitários, na manhã desta terça-feira (13), tentou impedir que a Câmara dos Vereadores aprovasse um Projeto de Lei que cria 40 cargos comissionados no Serviço de Água e Esgoto de Rio Branco (Saerb). O PL ainda previa mais uma diretoria e ampliação de salário dos diretores da autarquia de R$ 9 mil para R$ 14 mil.
O PL traz uma despesa a mais em torno de R$1,6 milhão para 2023. Para os sindicalistas, o Saerb precisa aplicar esse dinheiro em outros setores essenciais. Essa semana, por exemplo, 75 bairros em Rio Branco vão ficar sem água por problemas em adutora. Esses problemas acontecem por falta de manutenção.
“A direção do Saerb em vez de apresentar um projeto para melhorar o saneamento na capital, apresentam um PL para aumentar a quantidade de cargos comissionados”, disse o presidente do Sindicato dos Urbanitários, Marcelo Jucá.
Para 2024, o valor das novas contratações vai passar dos R$ 2 milhões.
Para o vereador João Marcos Luz (MDB), esses novos cargos são necessários para a restruturação do Saerb, que se encontra com um quadro deficitário de pessoas.
Mesmo com o movimento do Sindicato, o Projeto de Lei foi aprovado por 13 votos, apenas a vereadora Elzinha Mendonça (PSB) votou contra. O texto agora segue para a sanção do prefeito Bocalom (PP).
Com informações do repórter Adailson Oliveira para a TV Gazeta



