Em coletiva de imprensa nesta sexta-feira, 3, a deputada federal Socorro Neri (PP) contou uma série de acontecimentos ocorridos com ela dentro do partido Progressistas. Segundo a política, Alysson Bestene não tentou coibir ataques feitos a ela por aliados dele no PP.
“Como para algumas pessoas a simples lembrança do nome de alguém que pode lhe atrapalhar é suficiente para buscar aniquilar essa pessoa, passei a sofrer ataques dentro dos grupos do Progressistas por aliados do Alysson, dos Bestenes, sem que nenhuma medida fosse tomada pelos dirigentes regionais, e pelo próprio Alysson, para coibir”, disse a deputada.
De acordo com Neri, ela foi a pessoa que mais se esforçou para que a pré-candidatura de Bestene à Prefeitura de Rio Branco fosse mantida pelo partido. Conta, ainda, que em todos os momentos, fosse no privado ou em público, o nome do secretário de Estado de Governo fosse reafirmado.
“Eu fui a pessoa que mais lutou para que a candidatura do Alysson fosse mantida. Em todos os momentos reafirmei o nome do Alysson, na presença e na ausência dele, em conversas reservadas ou públicas. O PP de Rio Branco tem apenas um plano, o plano A de Alysson. Eu repeti isso dia após dia, semana após semana”, afirmou.
Ataques
No discurso com cerca de cinco páginas, a deputada afirmou que foi atacada e rotulada como “uma mulher mal amada” e “rancorosa” por dirigentes do PP, ao ser contra uma chapa à Prefeitura composta por Tião Bocalom (PL) e Alysson Bestene.
“Minha posição em defesa do fortalecimento do Progressista tem sido clara e não deixa margem para que a reduzam ‘a problemas pessoais com Bocalom’ e tentem me rotular de ser ‘uma mulher mal amada’ e ‘rancorosa’. Além de ‘ingrata’ e ‘traidora’ por estar me posicionando de forma contrária à uma decisão tomada por dirigentes regionais do partido”, ressaltou.



