Índices apresentam queda desde 2015 até 2017
Houve redução na taxa de mortalidade infantil no Acre. De acordo com o Governo do Estado, desde 2015 os índices tiveram redução de 17,6% para 15,19%. Em 2017, o índice foi registrado em 14%. Em dois anos, uma queda de 2,6 pontos percentuais. Além de atender mães do Acre, o sistema acolhe também casos de cinco municípios do Amazonas e também do Peru e Bolívia.
Para prestar atendimento qualificado a crianças que nascem com alguma complicação e necessitam de cuidados especiais, o Governo do Estado, através da Secretaria de Estado de Saúde (Sesacre), busca aprimorar os serviços de saúde para os recém-nascidos, nos atendimentos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal e Unidades de Cuidados Intermediários (UCI), conforme estabelece o Ministério da Saúde (MS) para oferta de leitos específicos.
No Acre, o local com maior estrutura para esse tipo de atendimento é a Maternidade Bárbara Heliodora (MBH), em Rio Branco, onde possui atendimento especializado para bebês prematuros e com necessidade de cuidados especiais na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal com equipe permanente de profissionais capacitados.
No local são disponibilizadas 20 vagas, divididas em UTI e Unidade de Cuidados Intermediários (UCI) que inclusive passaram por uma reforma em 2017 onde o espaço teve uma reformulação em seus três centros cirúrgicos.
Conveniado com o Sistema Único de Saúde (SUS) o Hospital Santa Juliana oferta cinco leitos de UTI neonatal e seis UCI neonatal, mantidos por recursos do Ministério da Saúde (MS) e Secretaria de Estado de Saúde do Acre (Sesacre).
Já na região do Juruá também é disponibilizado no Hospital da Mulher e da Criança do Juruá (HMCJ), cinco leitos exclusivos para UTI neonatal e cinco UCI neonatal.
O Ministério da Saúde (MS) envia recursos apenas para a manutenção dos leitos, as demais despesas como medicamentos, profissionais e outros insumos são pagos com recursos estaduais.



