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Home Notícias Política

“A Lava Jato está fazendo uma Reforma Política”

por Agazeta.Net
25 de junho de 2016
em Política
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Ouça Aqui

Brasília, Cruzeiro, Sena, Capital e Alan Rick

O vice-presidente do Senado, Jorge Viana (PT/AC), envelhece no poder. Os cabelos brancos não lhe denunciam apenas a idade: ali estão marcados a Prefeitura de Rio Branco, dois mandatos do Governo do Acre e um mandato de senador ainda em curso.

Sustenta algumas teses que irritam petistas, como a da convocação de novas eleições. Ele defende que as eleições de outubro também tenha caráter plebiscitário para saber se a população apoia a elaboração de uma nova constituinte exclusiva para tratar da Reforma Política.

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Admite que o modelo político fracassou, antes de deixar escapar alguma simpatia pela aproximação “de pessoas e não de partidos” que queiram “reinventar” a democracia representativa no país.

Sobre a política regional, admite que em Cruzeiro do Sul a Frente Popular está em situação delicada; que em Sena Madureira há “muito cacique” e que Socorro Neri já havia pedido para entrar no PT há dois anos.

A entrevista foi feita na tarde de sexta-feira na redação da TV Gazeta, acompanhada atentamente pelo diretor de Jornalismo, Gabriel Rotta, que interveio no momento oportuno.

Os principais portais do país noticiaram a informação de que o presidente Temer, por ter se surpreendido pelo fato de o assunto “feijão” ter sido o mais comentado no twitter, decidiu abrir a importação do grão. Isso não demonstra falta de planejamento? Que avaliação o senhor faz dessa gestão especificamente na área do setor produtivo?

Não dá para fazer avaliação do governo Temer em nada. Em nenhuma área porque é um governo provisório. Nós estamos vivendo uma espécie de marcha da insensatez no Brasil. Até a definição do impeachment, não tem como avaliar. Ele não tem acertado os temas que tem oferecido. Ele mesmo está dizendo que se for mesmo confirmado o impeachment vai fazer uma reforma. É uma situação que não pode ser diferente. Nós estamos vivendo os últimos dias de um modelo político que fracassou, que já cumpriu o seu papel, com esse arranjo de números de partidos, com jeito de se financiar políticas e campanhas e que levou por terra o prestígio dos partidos. Não sobra nada: vai do PSDB ao PT, ao PMDB, ao PP, ao PSB agora. Nós vamos ter que reinventar.

Mas, como?

Olha, a própria Lava Jato está fazendo uma Reforma Política que os políticos se negaram a fazer. Só que a Lava Jato e a Justiça… o que eles estão fazendo e eu acho que é certo o que eles estão propondo… eles não têm os instrumentos para fazer a Reforma Política. Eles têm os instrumentos para desmontar o que existe aí e isso o que está aí tem que ser desmontado mesmo. O que tem que ser feito é uma constituinte exclusiva para fazer a Reforma Política. Eu não acredito que esse Congresso faça a Reforma Política que o Brasil precisa, reinventando e pondo fim a essa anarquia de partidos, com essa quantidade de partidos que tem; ao poderio econômico nas eleições. Se tem uma coisa boa nessa crise, certamente é que nós vamos reconstruir a vida partidária, a democracia representativa no Brasil, por mais sofrimento que a gente tenha.

Mas, na rotina do parlamento há algum ambiente favorável à construção de um novo cenário político?

O perfil do que nós temos no Congresso hoje não nos dá a mínima segurança de que com esse perfil nós faríamos a Reforma Política de que o Brasil precisa; que a democracia brasileira precisa.

Por quê?

Por conta dos interesses dos partidos. Eu acho que a Justiça, através da Lava Jato, está fazendo, de maneira acertada, a Reforma Política, sem ter os instrumentos para fazer. Faz de uma maneira bruta, que é através da criminalização. E não é sem razão. Porque esse modelo fracassou.

Mas, o PT…

Então, achavam que era coisa do PT. Não era ‘coisa do PT’. Essa semana mesmo nós tivemos o presidente do PSDB, o último presidente antes do Aécio, em várias delações que foram divulgadas pelo Ministério Público Federal a gravação em que ele acertou por dez milhões de reais ao fim de uma CPI no Senado [uma CPI sobre a Petrobras]. Aí você vê a direção do PP, partido que mais tem políticos citados dentro da Lava Jato; aí você vê o PMDB que hoje tem o governo… o presidente do PMDB, senador Romero Jucá, teve que renunciar a um ministério em menos de uma semana por conta dessa ação da Justiça. Você veja o PSB, do Eduardo Campos. A própria Marina que é uma pessoa que eu acho que, não é que está acima de qualquer suspeita… é que a Marina jamais compactuaria com qualquer dessas coisas que hoje todo mundo está sendo denunciado, mas ela é parte de um partido. E lá está provado que tinha irregularidades graves na campanha do PSB de 2010.

Em 2010, foi campanha do PV…

Na campanha de 2014. Desculpa. Em 2010, ela foi pelo PV. O PT está pagando um preço caríssimo também, pelos nossos erros, inclusive. Ninguém hoje está com autoridade de apontar o dedo para um ou para outro. Não podemos errar no diagnóstico que o modelo que se tinha dessa multiplicidade partidária de financiamento de campanha ele se foi. Porque, por mais que se tenha diferença entre PSB, PSDB, PT, PMDB, PP, mas na hora de governar, você só governa se fizer uma destruição de qualquer projeto do seu partido. Eu falei que a presidenta Dilma para governar tinha que piorar o governo. Se era assim, era melhor ter perdido a eleição. Fui criticado por isso. É muito ruim ver a judicialização, a criminalização da política, mas é a realidade que a gente tem. Eu acho que tem dois grandes temas hoje que talvez pacifique o país e unifique o país: novas eleições e a convocatória de uma nova constituinte em que quem for parte dela não pode se candidatar, teríamos que ter uma ‘quarentena’ longa para poder ter a coragem de reorganizar todo arranjo político partidário e eleitoral do Brasil.

A tese de unir as partes menos radicais do PT e do PSDB pode ser retomada agora? Essa ideia ganha novamente força?

No Acre, nós temos um exemplo de uma aliança do PT com o PSDB [em 1998, a FPA ganha as eleições liderada pelo PT tendo como vice Edson Cadaxo, do PSDB]. Deu certo, eu diria.. eu tive ajuda do presidente Fernando Henrique Cardoso e do presidente Lula. Lula era presidente do PT e Fernando Henrique era presidente do país. Ambos me ajudaram. Algumas pessoas, não estou falando de partido, algumas pessoas… lá no Senado começa a transitar isso… têm que se juntar, por ter o mesmo perfil; pessoas que tenham a liberdade e não estejam tão amarradas ideologicamente com algumas posições para poder pensar o Brasil. Quando eu digo que o ideal é chamar por novas eleições tem gente do PT que não gosta porque queria que eu ficasse pura e simplesmente defendendo a volta da presidenta Dilma, coisa que eu estou fazendo porque ela foi eleita. Atendendo a um clamor da sociedade nós poderíamos ter antecipação das eleições e também um plebiscito… poderiam ser feitas as duas coisas agora: perguntar para a população na eleição de prefeito se ela não quer novas eleições e perguntar para a população se ela não quer a convocação de uma nova constituinte exclusiva para fazer a Reforma Política.

Política Regional. A Frente Popular abriu mão de Cruzeiro do Sul. A candidata escolhida pela coligação não tem base comunitária e nem história com a região. Os concorrentes da Frente Popular são os mesmos de sempre e são fortes. Por que não escolher um nome com mais densidade eleitoral? Qual foi a lógica dessa decisão?

Nós podemos ter cometido um grave erro. Isso não é descaso com a população de Cruzeiro do Sul, não. Temos muito carinho por aquele povo. Qual foi, talvez, o nosso erro? É que nós ficamos confiando e acreditando e torcendo, por múltiplas razões, de que, em algum momento nós convenceríamos o César Messias a ser o candidato. O Tião queria isso; eu queria isso, a Frente Popular toda queria e o César, por razões familiares e pessoais, ele pediu desculpas porque ele não poderia assumir isso. Mas, isso já recentemente. Porque todos nós acreditávamos que poderíamos convencer. E ele seria um extraordinário candidato. O Vagner Sales é muito forte, mas ele está pondo um candidato que eu não sei se, uma vez ganhando, quanto tempo demoraria para brigar com ele. Mas, eu não apostaria mais que três meses. E aí eu sinto preocupação com o povo de Cruzeiro do Sul. O Henrique Afonso, com todo respeito, que é o candidato do PSDB, nós já fizemos de tudo para o Henrique vencer as eleições lá e não conseguimos. Mas, o Henrique também tem um temperamento muito difícil da gente até entender. O PSB está pondo um nome que, de fato, é desconhecido. A nossa situação, óbvio, ficou difícil por conta dessa aposta que nós fizemos de achar que o César seria o candidato.

A Frente tem dificuldade de conquistar o Juruá efetivamente…

Nós temos feito um trabalho muito bacana no Juruá, em Cruzeiro do Sul. Eu tenho
muito orgulho de tudo o que eu fiz em Cruzeiro do Sul, o Binho também, tanto é que o Binho é muito querido no Juruá até hoje e o Tião nem se fala: do jeito dele, ele se dedicou muito à região. Agora, ali a política partidária, a disputa da prefeitura tem características muito diferentes de Rio Branco. Por isso, o nosso sonho de botar o César, que foi um dos grandes prefeitos de Cruzeiro do Sul.

Outra região que a Frente Popular não soube construir consensos foi no Vale do Iaco. Por quê?

Eu gosto muito de andar nas tribos indígenas. Mas, na tribo, a gente chega e é apresentado para nós o cacique, o pajé, o ancião da aldeia, uma liderança das mulheres… mas ali em Sena tem cacique demais, com todo respeito aos nossos índios. Todo mundo quer ser cacique em Sena. Sena pulverizou demais as lideranças e elas não se agregam muito e isso dificulta a política. Eu transito com todas. De A a Z. Converso com todos. O Mano Rufino foi eleito pelo PDT, um partido da Frente. Ele me procura e eu ajudo e não pode ser diferente. Ele está em um partido que é da Frente Popular. Mas, também tem o meu partido, o PT, que, em Sena, sempre quis ter um espaço… mas, por estar no governo, nós sempre ficamos meio a reboque lá em Sena porque os companheiros locais querem ter um pouco mais de espaço. Aí você amplia um pouco: agora tem a candidatura da Charlene, que também compõe com partidos que nos apoiam aqui na Assembleia. Temos que respeitar. A última vez que estive em Sena eu tive que falar com três lideranças, com três caciques diferentes. Aí você tem o Nilson Areal também. O ideal era que as lideranças locais em Sena se entendessem minimamente. A nossa sorte é que, se nós temos muitos caciques do nosso lado, a oposição também… e são mais intransigentes do lado da oposição porque eles não se entendem. São pessoas que acham que são donas de parcelas da população e todas eleições estão lá com as mesmas candidaturas. Do nosso lado está tendo renovação. Isso é uma vantagem. Um lugar que talvez tenha mais candidatos seja Sena porque a oposição deve vir também com, pelo menos, três.

E em Rio Branco? A chegada de Socorro Neri para ser vice de Marcus Alexandre foi feita de uma forma que não trouxe legitimidade política a ela no grupo.

Nossa aliança aqui é grande. Nosso governo trabalha com muitos partidos. Cada um, não importa o tamanho, tem um papel fundamental. Tanto no Governo nosso, na Assembleia com o Tião, como também com o Marcus Alexandre na Prefeitura de Rio Branco. E aí, achar consenso para definir uma candidatura em um conjunto grande de partido que essa anarquia política brasileira nos impõe é muito difícil. E, desde o começo, se colocou que o Marcus Alexandre, junto com o Tião, que lidera o projeto da Frente hoje como governador, conduziria esse processo. Eu digo aqui com certa tranquilidade: mas, a ideia da candidatura da Socorro Neri é de fazer algo muito objetivo: de ampliar ainda mais a Frente Popular. Nós trazemos para a Frente Popular uma pessoa que é respeitada dentro da universidade, que tem um histórico como gestora… eu sempre gostei dessas novidades. Eu acho que fica uma chapa que surpreende por um lado. É normal que alguns façam alguns questionamentos. Eu acho que um cara como o Marcus que é descolado desses enfrentamentos partidários e que trabalha muito e que tem uma relação direta com a sociedade tem chances reais de começar a campanha como favorito. Porque eu quero crer que a população não vai trocar o certo pelo duvidoso nessa eleição. Não vai correr o risco de cair em uma aventura no meio de uma crise econômica dessa. Numa crise política, você pegar a capital do Acre e botar na mão de alguém que você nunca testou ou de alguém que você tem dúvidas… uma crise dessas colocar a prefeitura de Rio Branco na mão errada pode danificar muito a vida de quem vive aqui em Rio Branco. Será uma eleição muito difícil.

Pode parecer senso comum, mas não fica difícil para o eleitor entender como uma vice que um dia dessas estava no PSDB, agora é um quadro do PSB que vai compor com o PT?

Há mais de dois anos… a Socorro não me autorizou a tornar público isso… mas há mais de dois anos eu tive uma conversa com ela. Na ocasião, ela disse ‘Senador, eu queria que o senhor visse a possibilidade… eu queria conversar… porque eu queria me filiar ao PT’. Eu disse ‘Ótimo, Socorro’. Mas, eu não fiz nenhum outro movimento. Aí depois eu vi que ela foi convidada. Ela falou comigo em uma longa conversa recentemente. Ela disse ‘Eu acho que não foi legal eu ter feito isso… o pessoal me chamou, você sabe que eu tinha interesse de dar uma contribuição, mas depois eu vi que o movimento que eu fiz não era o certo. E ainda bem que foi desfeito’, ela falou. Ela é uma pessoa muito correta, muito séria. Ela pode realmente nos ajudar a ampliar a estabelecer um diálogo com setores da sociedade que a gente precisa conversar.

Gabriel Rotta: E o PRB na Frente Popular, senador? Os petistas olhando de banda para o Alan Rick, senador. Ele tem sido um dos deputados do Acre de maior destaque…

Eu tive longas e boas conversas com o Alan nas últimas semanas. O Alan é uma liderança importante que a gente tem no Acre: novo, certamente, tem um futuro muito bacana pela frente e ele também tem uma base de apoio com muitas características, que é normal também: ele tem apoio de uma igreja, tem apoio de vários setores da sociedade que até se diferenciam do PT. Só que eu acho que isso não é ruim. Isso é bom. Qualquer tentativa de fazer do Alan um petista ou de alguém querer fazer de um petista ficar parecido com o Alan vai dar errado. O Alan me falou: ‘Tenho sido muito bem tratado pelo governador Tião Viana, feito um bom trabalho junto com ele’. Comigo também. Tem bom trânsito com o Marcus Alexandre. E é uma liderança importante dentro da Frente Popular hoje, consolidada. E é normal que seja uma liderança diferente. Assim como é normal também que algum militante do PT ou de outro partido da Frente faça alguma cobrança. Faz parte da vida política. Eu acho que foi normal o Alan ter votado a favor de que o projeto de impeachment fosse para o Senado. Por quê? Porque o Alan estava preso a uma base social dele que queria que aquela assunto fosse tratado no Senado. Isso não é um assunto que divide a gente. Seria diferente se o voto dele fosse decisivo e a gente tivesse feito um apelo final. Até porque ele não é do PT, o partido dele fechou questão. A gente tem que compreender.

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