Reconhecida necessidade de “enxugar a máquina”
As mudanças na esfera administrativa da prefeita de Rio Branco Socorro Nery conseguiram votos até da oposição. O projeto de reforma administrativa foi aprovado por unanimidade na sessão dessa terça-feira na câmara de vereadores.
A medida vai reduzir 12 órgãos e 132 cargos comissionados resultando em economia anual de mais de R$ 12 milhões com a retirada de salários, funções gratificadas e locação de imóveis.
Segundo o líder da prefeita na Câmara, vereador Eduardo Farias, a ideia é juntar esse dinheiro em aplicar principalmente na infraestrutura da cidade. “Esse é o principal intuito da reforma: ter mais força na aplicabilidade dos recursos na melhoria da cidade, lembrando que os projetos e programas continuam, só que agora com menos pessoas a frente”, explicou.
No novo formato a prefeitura agora conta a com secretaria de Zeladoria da Cidade, que engloba os serviços da Semsur (que foi extinta), da iluminação pública e a operação tapa buracos.
A Secretaria de Meio Ambiente passa a ter em sua estrutura a Unidade de Tratamento de Resíduos Sólidos (Utre), que era de responsabilidade da Semsur.
A secretaria de Assistência Social incorpora a área de Direitos Humanos, da Juventude, da Mulher e da Igualdade Racial.
Já a secretaria Municipal de Infraestrutura e Mobilidade Urbana engloba: obras públicas, licenciamento em obras e terá sob sua responsabilidade o Plano Diretor, a regularização fundiária, gestão territorial, fiscalização integrada e gestão de espaços públicos.
Ao todo, a prefeitura vai contar com 13 órgãos na administração direta. São 9 secretarias, além da Procuradoria; Gabinete do Prefeito; vice-prefeito e Gabinete Militar. Tem ainda a Controladoria Geral do Município, Ouvidoria e Corregedoria.
A segunda parte da reforma administrativa deve chegar nessa quarta-feira na câmara de vereadores. A prefeita quer reduzir o número de cargos comissionados na RBTrans e Fundação Garibaldi Brasil que agora assume os programas da Secretaria de Esportes.



