Roger repõe medida que já havia sido extinta
Os vereadores de Rio Branco começam a analisar na próxima semana a lei orgânica de Rio Branco. Um dos tópicos pode criar polêmica: enquanto no restante do país se discute acabar com as reeleições, a Câmara quer voltar com uma prática que tinha conseguido derrubar, que é a volta do presidente da mesa diretora para um possível segundo mandato consecutivo.
A atual lei orgânica não permite a reeleição dos membros da mesa diretora. Pelo novo texto, o presidente Roger Correia pode voltar a concorrer ao cargo. O embate pela mesa diretora deve ocorrer entre os aliados da Frente Popular.
Artêmio Costa, que ficará afastado até janeiro do ano que vem, não conseguiu se eleger deputado estadual e, por isso, é um forte candidato com o apoio das principais bases da Frente Popular.
Nem tão bem classificado assim, o vereador Raimundo Vaz, que já lançou seu nome em outras eleições, quer voltar a brigar pelo cargo. “Me sinto preparado para o cargo, e defendo que todos os interessados devam lançar candidatura”, acrescentou.
O próximo presidente vai pegar uma casa enxuta e com mais estrutura e a promessa de um orçamento 20% maior. Passa de R$ 20 para R$ 23 milhões. Essa legislatura já separou R$ 800 mil para a realização de um concurso público no ano que vem, além, claro, de os membros da mesa diretora se beneficiarem do status, poder e um acréscimo no salário.



