Mudança da PEC paralela influencia no texto do Acre
O texto da reforma previdenciária estadual permanece em negociação. Esta semana, os sindicalistas comemoraram algumas vitórias. Foi tirado de pauta, por exemplo, a licença prêmio, o auxílio funeral e a sexta parte. Pontos específicos que, deixaram a Reforma da Previdência elaborada aqui no estado, bem menos danosa do que a apresentada pelo governo federal.
As conversas e reuniões entre representantes sindicais e deputados buscam melhor adequar o texto da reforma à realidade dos servidores do Acre. Mas, qualquer decisão tomada pelos parlamentares de Brasília, afeta, de forma direta, em todos os trabalhos que são realizados por aqui.
A novidade que pode causar mais confusão envolve alterações na regra de transição. O deputado Edvaldo Magalhães, que participa ativamente das reuniões com os lideres sindicais, se mostra preocupado. Afinal, algumas das conquistas avançadas durante os encontros com os servidores, de repente, poderão voltar à estaca zero.
“Já houveram várias alterações na PEC paralela de dentro das alterações, três delas dizem respeito a nossa reforma aqui porque trata do servidor público, já vamos ter, digamos assim, um debate político em função disso, porque a nossa reforma ficou de novo pior do que a do Bolsonaro ” reclamou o deputado.
O parlamentar defende, com isso, que a votação da reforma seja mais uma adiada, “a votação aqui, no dia 26, corre-se o risco de ter uma regra pior do quê a do Congresso Nacional. Esse é o apelo que estamos fazendo, vamos terminar os trabalhos no dia 13/14 de dezembro, até lá ela é a melhor forma de adotar uma postura do congresso nacional”, concluiu Magalhães.



