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Home Notícias Cotidiano

Após liderar ranking nacional de feminicídios em 2025, Acre inicia 2026 sem casos

Especialistas alertam que ausência de feminicídios no primeiro trimestre não significa redução da violência doméstica; ameaças e agressões continuam sendo registradas

por TV Gazeta
18 de maio de 2026
em Cotidiano
Após liderar ranking nacional de feminicídios em 2025, Acre inicia 2026 sem casos

Imagem Ilustrativa

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Depois de encerrar 2025 com a maior taxa proporcional de feminicídios do país, o Acre terminou os três primeiros meses de 2026 sem registros desse tipo de crime. O cenário, apesar de positivo, ainda é visto com cautela por autoridades e especialistas que acompanham os índices de violência contra mulheres no estado.

Os dados nacionais mostram que o Brasil registrou 399 feminicídios entre janeiro e março deste ano, o maior número já contabilizado para o período desde o início da série histórica. A média foi de uma mulher assassinada a cada 5 horas e 25 minutos.

No Acre, a ausência de casos consumados no começo de 2026 contrasta com o cenário do ano passado. Em 2025, o estado liderou o ranking proporcional de feminicídios no país, com 14 mulheres mortas por razões de gênero. O número representou aumento de 75% em relação a 2024.

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Para a delegada Juliana de Angelis, o resultado deste início de ano é reflexo da atuação conjunta da rede de proteção às mulheres.

Juliana de Angelis, delegada de Polícia Civil, analisa a atuação da rede de proteção às mulheres. – Imagem: Reprodução/TV Gazeta

“Esse ano de 2026 não tivemos nenhum feminicídio no Acre. Isso é reflexo de uma atuação da Polícia Civil, não só da Polícia Civil, mas de diversos órgãos e instituições que atuam na rede de proteção às mulheres”, afirmou.

Violência continua sendo registrada

Apesar do índice zerado no primeiro trimestre, os registros de ameaça, agressão física e violência psicológica seguem presentes nas delegacias e órgãos de atendimento.

A conselheira do Conselho Estadual dos Direitos da Mulher (Cedim), Tatiana Martins, afirma que olhar apenas para o número de feminicídios pode gerar uma falsa sensação de melhora.

Tatiana Martins, conselheira do Cedim, fala sobre o enfrentamento à violência de gênero. – Imagem: Reprodução/TV Gazeta

“A leitura de uma estatística isoladamente é muito pobre. É claro que a gente fica feliz com o índice zero de feminicídio, mas ele não pode ser visto dessa forma”, disse.

Segundo ela, os casos de violência doméstica continuam elevados no estado.

“Se a violência doméstica estivesse caminhando junto aos baixos índices de feminicídio, aí sim seria motivo para comemoração. Infelizmente, não é o caso.”

Subnotificação preocupa autoridades

Especialistas também alertam para a dificuldade de mensurar a violência real enfrentada pelas mulheres, já que grande parte dos casos nunca chega oficialmente às autoridades.

Segundo a delegada Juliana de Angelis, o número de ocorrências registradas ainda representa apenas uma parcela do problema.

“O que chega na delegacia é, em média, apenas 20% do que efetivamente ocorre. Existe uma cifra enorme de mulheres que sofrem violência e não procuram registrar ocorrência”, afirmou.

Ela avalia que o aumento dos registros também pode indicar maior confiança das vítimas na rede de proteção.

“A partir do momento que o número de ocorrências aumenta, entendemos que essas mulheres estão se encorajando e buscando denunciar.”

Tentativas de feminicídio também acendem alerta

Para Tatiana Martins, o crescimento expressivo de ocorrências relacionadas à violência doméstica mostra que o cenário ainda está longe de ser considerado seguro.

“Foi quase 30% de aumento. Com esse cenário, fica difícil dizer apenas que é aumento das denúncias. Os números são expressivos demais”, afirmou.

Ela lembra que muitos feminicídios são antecedidos por agressões e episódios de violência anteriores.

“A tentativa de feminicídio não é só um empurrão. São situações graves que mostram como essa violência continua muito presente.”

Ao comentar o cenário, Tatiana também fez um apelo para que homens participem mais ativamente do enfrentamento à violência contra mulheres.

“Eu vou falar diretamente com os homens aqui. A gente precisa de vocês. Muitos homens de bem sabem que esse cenário é inaceitável”, declarou.

Segundo ela, o combate à violência exige mudança cultural e posicionamento coletivo diante de comportamentos agressivos e naturalizados.

“Vamos lutar contra esse tipo de pensamento e contra esse tipo de violência”, afirmou.

Mesmo sem feminicídios registrados neste começo de ano, os dados recentes e o histórico do Acre mantêm o alerta aceso sobre a violência de gênero no estado.

Matéria escrita com informações da repórter Arielly Casas, para a TV Gazeta. 

Por que o feminicídio também é um problema econômico?

“É uma vergonha”, diz Almerinda Cunha após Acre voltar a liderar taxa de feminicídios no Brasil

Violência contra mulheres cresce no Acre e famílias cobram respostas enquanto feminicídios se aproximam de recorde histórico

 

Tags: Destaque

TV Gazeta

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