Giani Justo de Freitas, condenado pelo assassinato da engenheira Sílvia Raquel Mota, teve a pena aumentada para 28 anos e 6 meses de prisão em regime fechado. A decisão foi tomada pela Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Acre, em julgamento realizado no dia 10 de abril.

A pena, que antes era de 22 anos, 5 meses e 15 dias, passou para 28 anos e 6 meses de reclusão em regime fechado. O colegiado acompanhou o voto da relatora, desembargadora Denise Bonfim, e rejeitou o pedido da defesa, que buscava reduzir a condenação para 19 anos.
Segundo o Ministério Público, o crime foi cometido de forma premeditada, em contexto de violência doméstica, marcado por comportamento possessivo e pela não aceitação do fim do relacionamento. O réu teria afogado a vítima em uma caixa d’água na casa onde moravam e, após o assassinato, agido com frieza para tentar despistar as investigações.
O caso aconteceu em agosto de 2014, em Rio Branco, e desde então passou por diferentes fases judiciais, incluindo recursos e anulações de julgamentos.



