“A greve esta ilegal”, antecipa presidente do TJ
Uma liminar enfraqueceu o movimento dos servidores do Judiciário, em greve há 40 dias. O sindicato é obrigado a manter 60% dos trabalhadores em seus postos de serviço. Com isso, os serviços do Judiciário, na prática, não pararam.
Aproveitando que uma parte pode cruzar os braços, a categoria continua o movimento de greve. Um grupo se reúne todos os dias no halll do Tribunal de Justiça para reclamar que a presidência não quer negociar.
“Vamos ficar em greve até a presidente resolver conversar com a gente ou também dependendo também do julgamento do pleno administrativo”, afirmou o representante do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Acre, Queffren Licurgo.
Nas mãos do desembargador Francisco Djalma está o processo que vai decidir se a greve é ilegal ou não. A presidente do Tribunal de Justiça do Acre, Cezarinete Angelim, já avisou que não tem dinheiro para negociar reajustes salariais e benefícios. E negou que não queira negociar.
“Já houve muitas conversas entre eles o ano inteiro e agora a greve está ilegal”, revela Angelim. “Agora, estamos na fase que vamos recorrer às medidas legais. Os servidores sabem que não há dinheiro. Já receberam tudo que deveriam receber”.



