Estado tenta manter o equilíbrio financeiro
Em busca de manter o equilíbrio financeiro do Estado, o governo solicitou um novo empréstimo, de quase R$400 milhões, que foi votado e aprovado pelos deputados estaduais, nesta terça-feira (12).
A taxa de juros sobre o recurso seria, inicialmente, de 9,4%, mas a contratação deve ser realizada em banco privado, com juros a 5,8%. Essa taxa pode cair até o fechamento do acordo.
O deputado Luiz Tchê (PDT) questiona os detalhes da operação em relação aos juros aplicados. “O banco privado vai cobrar menos juros que o banco público? Aí tem um ponto de interrogação, onde a gente precisa conversar com nossos deputados federais e senadores, junto com a nossa bancada, para rediscutir isso”, diz.
É FAKE!
Nos últimos dias, especulações giravam em torno da desistência de compra da dívida do Estado, pelo Tesouro Nacional e Banco do Brasil, mas o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) nega a situação.
“Não houve desistência, essa é a primeira questão. Havia agora, um segundo prazo, que era de estabelecimento dos critérios finais, para a assinatura dos contratos, e o Governo Federal adiou esse prazo”, explica Magalhães.



