Gilei Maike de Souza Santana, conhecido como “Gili”, está foragido depois de romper a tornozeleira eletrônica que utilizava durante o cumprimento de prisão domiciliar monitorada. O dispositivo teria sido violado por volta do meio-dia desta quinta-feira (15), na altura da BR-364, em Rio Branco.
Segundo informações repassadas às forças de segurança, Gilei cumpria pena vinculada à Unidade de Segurança Máxima Antônio Amaro Alves e havia sido colocado em regime domiciliar com monitoramento eletrônico.
Após o rompimento do equipamento, equipes policiais iniciaram buscas para tentar localizar o detento.
Histórico inclui processos por organização criminosa e tráfico
Registros judiciais consultados pelo Agazeta.net mostram que o nome de Gilei Maike aparece em diferentes processos no Acre, incluindo ações relacionadas a organização criminosa e tráfico de drogas. Em processos recentes, ele figura como corréu em investigações por promoção, constituição, financiamento ou integração de organização criminosa.
Em outro procedimento, tramitado no Superior Tribunal de Justiça, ele aparece como paciente em habeas corpus ligado a processo por tráfico de drogas.
Também há registros mais antigos no Judiciário acreano envolvendo o nome de Gilei, inclusive em recursos e revisões criminais.
As informações repassadas às equipes de segurança também apontam antecedentes por homicídio qualificado e roubo qualificado. Como os processos consultados publicamente não permitem confirmar, de forma isolada, a situação atual de cada uma dessas acusações, o histórico deve ser tratado conforme o andamento específico de cada ação.
Buscas continuam
A fuga mobilizou as forças de segurança por causa do histórico criminal atribuído ao detento e do risco associado à ruptura do monitoramento eletrônico.
Até a última atualização, não havia confirmação de recaptura.
Quem tiver informações sobre o paradeiro de Gilei Maike de Souza Santana pode repassar os dados de forma anônima pelo Disque-Denúncia, no 181, ou pelo 190, da Polícia Militar.
A orientação é que a população não tente abordar o foragido por conta própria.




