Outras filiações estão previstas nessa reta final
O ex-superintendente do Incra, Eduardo Ribeiro, vai se filiar ao PSB. O partido, que tem como principais referências o deputado federal César Messias e Socorro Neri (que assume a Prefeitura da Capital a partir de 6ª feira), acolhe o jovem advogado na próxima sexta-feira.
Ribeiro já havia sido sondado pela Rede Sustentabilidade para concorrer ao Governo. Recebeu “sinal verde” da família (o pai dele, Valmir Ribeiro, era cotado para assumir a pré-candidatura como vice na chapa de Gladson Cameli). Mas, na prática, as conversas “não evoluíram”.
O PSDB é outro que deve anunciar novas adesões. As duas de maior relevância são o presidente da Federação das Indústrias do Acre, José Adriano, e o deputado estadual Eber Machado. O parlamentar disse que ainda não está definida a situação, mas lideranças do partido já o têm como um correligionário.
O parlamentar filiou-se recentemente ao PDT, referendado pela maior liderança do partido, Ciro Gomes. Mas, a nova condição do ninho tucano de emplacar Wherles Rocha como vice de Gladson deixou uma lacuna que Machado pensa preencher.
Mas, não é uma equação comum. A transferência de votos é um terreno muito instável, sobretudo para um parlamentar com dois mandatos na Aleac e cuja média de votos não chega a dois dígitos: não chega a 10 mil votos. Como conseguir eleger-se federal em uma chapa forte de oposição com esse desempenho? A “estrutura de Rocha” teria condições de transferência de votos na integralidade?
Para cortejar Machado, o PSDB tenta desfazer o encanto do presidente do PDT no Acre, Luiz Tchê, que assegura que “não compõe com o PT para formação de chapa para federal”. Segundo uma liderança tucana, “isso seria acreditar em papai noel”.



