Na noite de 22 de dezembro de 1988, Chico Mendes era assassinado em Xapuri. A morte do líder seringueiro chocou o mundo e chamou a atenção não apenas para o cenário de violência, mas para os modelos excludentes de Desenvolvimento executados na região amazônica.
A morte de Chico Mendes trouxe efeitos políticos para o Acre. Sindicatos, associações, ONGs ligadas ao meio ambiente passaram a ter mais força e os discursos sobre sustentabilidade ambiental passaram a ter mais apelo.
Hoje, 26 anos após o assassinato de Chico, os modelos de Desenvolvimento voltam a ser questionados: manejo madeireiro e não madeireiro; exploração de petróleo, pecuária são questionados por movimentos ambientalistas. A voz desses movimentos não tem sido ouvida pelas gestões públicas locais.


