Esteves: retrato da produção agroextrativista do Acre
Na Amazônia, quando se olha a por cima, na mata fechada, dá para ver algumas casas no meio da floresta. Essas clareiras são de difícil acesso, mas, o IBGE vai ter que buscar alternativas para poder chegar até essas propriedades.
Nessa segunda-feira, começou o Censo Agropecuário e onde tiver alguma propriedade rural os recenseadores vão ter que fazer o levantamento de dados e responder como e o que produz. Nada pode ser deixado de lado, unidades de conservação e terras indígenas devem ser percorridas.
O IBGE também vai analisar a produção extrativista, principalmente a coleta de castanha e a extração do látex.
Serão 5 meses de intenso trabalho para fazer o levantamento dos dados que farão parte de um relatório que vai apontar como é o brasil na área rural.
Na Amazônia, o grau de dificuldade é maior, principalmente nos próximos meses período de chuvas.
O chefe do IBGE no Acre, Marco Fábio Esteves, explicou que o trabalho dos 148 recenseadores contratados no Acre se encerra em 28 de fevereiro. Eles vão apontar o que realmente se produz no Acre e se as famílias realmente conseguem sobreviver do que produzem.
As informações vão mostrar o que realmente mudou na atividade rural nos últimos 10 anos em relação ao último censo.



