Pré-candidato nega envolvimento com empreiteira
O presidente e fundador do PSDC (Partido da Social Democracia Cristã), José Maria Eymael, escolheu o Acre para lançar oficialmente seu nome como pré-candidato à Presidência da República. Essa é a quinta vez que Eymael lança seu nome.
No Acre, o presidencial se reuniu nessa quinta-feira com lideranças do partido, e com as mudanças por que passa o país, acredita, que, desta vez, vai conseguir mais votos.
Chegou a denunciar que nas eleições passadas não teve melhor votação por causa das fraudes nas urnas eletrônicas. “Como explicar se numa eleição, em determinada cidade, eu tive 200 votos e na outra eleição só apareceram dois. É preciso voltar a eleição para o voto impresso. Esse é mais confiável. Por isso, nosso partido quer uma mudança no procedimento do voto”, declarou.
O pré-candidato nascido em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, hoje com 78 anos, é empresário. Formado em Filosofia e Direito foi deputado federal por São Paulo.
Delatores da Odebrechet, na operação Lava Jato chegaram a citar que nas eleições de 2010 Eymael recebeu R$ 50 mil de ajuda para campanha, vantagem que nega ter recebido.
Alheio às denúncias, Eymael veio ao Acre para incentivar os candidatos da Democracia Cristã a conhecer a região, que, segundo ele, é esquecida pelo poder público.
O presidente da executiva regional do partido no Acre, José Afonso Fernandes, disse que o partido está fechado com a Frente Popular e vai lançar alguns nomes para lutar pelas vagas na Assembleia Legislativa e pretende colocar um candidato a deputado federal.



