23 °c
Rio Branco
33 ° qua
33 ° qui
quarta-feira, 3 de junho de 2026
agazeta.net
  • Últimas Notícias
    • Saúde
    • Entretenimento
    • Esporte
    • Colunas Sociais
      • Vagno Di Paula
      • Jackie Pinheiro
      • Gazeta Estilo
      • Claudia Souza
    • Coluna da Casa
      • A Política Nossa de Cada Dia
      • Antirracismo em Pauta
      • Banzeiro Econômico
      • Brasil e o Mundo
      • Direito de Saia
      • Errantes
      • Escavando História
      • Faixa a Faixa
      • Filmes E Séries
      • Gastronomia e Cultura
      • Pódio 360
      • Nutrição em Foco
      • PsicologicaMente
      • Sobre Livros e Leituras
  • Polícia
  • Política
  • Editais
  • Empregos e Concursos
    • Empregos
    • Oportunidades
  • Cotidiano
  • TV Gazeta
    • Balanço Geral
    • Gazeta Alerta
    • Gazeta Entrevista
    • Gazeta em Manchete
  • Últimas Notícias
    • Saúde
    • Entretenimento
    • Esporte
    • Colunas Sociais
      • Vagno Di Paula
      • Jackie Pinheiro
      • Gazeta Estilo
      • Claudia Souza
    • Coluna da Casa
      • A Política Nossa de Cada Dia
      • Antirracismo em Pauta
      • Banzeiro Econômico
      • Brasil e o Mundo
      • Direito de Saia
      • Errantes
      • Escavando História
      • Faixa a Faixa
      • Filmes E Séries
      • Gastronomia e Cultura
      • Pódio 360
      • Nutrição em Foco
      • PsicologicaMente
      • Sobre Livros e Leituras
  • Polícia
  • Política
  • Editais
  • Empregos e Concursos
    • Empregos
    • Oportunidades
  • Cotidiano
  • TV Gazeta
    • Balanço Geral
    • Gazeta Alerta
    • Gazeta Entrevista
    • Gazeta em Manchete
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
agazeta.net
Nenhum resultado
Ver todos os resultados
Home Coluna da Casa Direito de Saia
  • Reforma da previdência; “me dê um tempo para morrer!”

    por Tatiana Martins
    14 de novembro de 2025
    em Direito de Saia
    Reforma da previdência; “me dê um tempo para morrer!”

    Imagem ilustrativa: Reprodução

    Ouça Aqui

    A Lei Estadual Complementar nº 364, de 03/12/2019 trouxe alterações que impactam diretamente na pensão por morte, inclusive para viúvas. A nova fórmula da previdência prometeu ser a régua que alinha receita e despesa. A pensão vitalícia não é mais garantida automaticamente, como era antes da reforma, agora só se ela tiver 44 anos ou mais na data do falecimento do servidor e desde que ele tenha pelo menos 18 contribuições mensais e que o seu casamento ou união estável tenha mais de 2 anos!

    Em resumo, olhe para seu companheiro (servidor público) e peça: “espere eu completar 44 anos pra morrer hein.” Ufa, ao menos desta condicionante eu já escapei!

    Assim, ME DÊ UM TEMPO PARA MORRER, não é apenas uma queixa; é uma provocação a você leitor. É o grito irônico de quem olha para a promessa de proteção social e encontra um bilhete social com prazo de validade. Enquanto a reforma veste a linguagem da racionalidade fiscal, oferece às viúvas — e sobretudo às mulheres que já ganham menos — um calendário para a insegurança: há uma idade, uma carência de contribuição e de relacionamento para se garantir uma proteção em provisão temporária.

    • ‎Siga o canal “TV Gazeta / Agazeta.net” no WhatsApp

    A retórica do “equilíbrio” tem sido usada para aparar benefícios visíveis, ao mesmo tempo em que se preservam os benefícios invisíveis quais sejam: as isenções, terceirizações e favores que corroem a arrecadação. É sobre a contradição entre austeridade seletiva e regalias bem cronometradas; sobre como a conta pública nunca fecha porque alguns têm permissão para surrupiá-la. Segura a respiração, leitor: a piada é amarga, e o seu prazo está correndo.

    O corte não foi nada democrático: recai com mais crueldade sobre quem já ganha menos. Mulheres, que seguem recebendo salários menores simplesmente por serem mulheres, agora também veem sua segurança financeira virar algo sujeito a uma tabela etária. Reduzir o benefício para quem já começa com menos é uma equação difícil de justificar fora do reino da má-fé política.

    A justificativa oficial é austeridade: equilibrar a conta da previdência pública. A realidade prática, porém, é um festival de contas paralelas. Ao mesmo tempo em que o Estado aperta um nó no pescoço da remuneração futura, abre as portas para contratos terceirizados, regalias e incentivos fiscais que drenam arrecadação e transferem riscos para o setor público. Empresas privadas celebram a flexibilidade; o sistema público arca com aposentadorias e pensões que continuam a crescer. Ou seja: corta-se do lado onde é visível cortar, enquanto o cofre principal é furtado com autorização de quem deveria fiscalizar.

    E se você acha que isso é só economia sem cor, pense nas recentes isenções e benefícios generosos que, bem na hora certa, soam mais como manobras eleitorais do que como política pública responsável. Isentar empresários, alongar prazos e distribuir vantagens

    pontuais é uma engenharia que reduz a base de arrecadação — e depois nos perguntam por que o déficit persiste. A conta fica sem fechar porque os termos do problema mudam sempre que um interesse político “meu eleitor”.

    O que falta, enfim, é coerência entre objetivo e método. Há alternativas que poderiam buscar justiça e sustentabilidade ao mesmo tempo: tributar melhor lucros que hoje escapam de forma criativa; recompor faixas de contribuição progressivas; combater a precarização através da regulação efetiva das terceirizações; e tratar desigualdade salarial como variável central, não como efeito colateral. Em vez disso, receitamos cortes que atingem, sobretudo, quem tem menos voz no mercado e menos força política — e chamamos isso de “arrumação das contas”.

    Rir (ou chorar) dessa novela é saudável, mas não basta. Há clara contradição entre discurso e prática, entre o prometido e o executado. O fato é que não teremos previdência sustentável sem justiça social; e não haverá justiça social se as medidas apenas deslocarem os custos para os ombros já curvados pela desigualdade.

    Querem equilibrar as contas? Comecem por quem lucra com a instabilidade e com as brechas do sistema, com a alta sonegação. Enquanto isso não acontece, a “conta que não fecha” seguirá sendo o maior capítulo da nossa tragicômica gestão pública.

    Tatiana Martins

    Artigos Relacionados

    Prefeitura de Rio Branco mantém unidades de saúde abertas durante ponto facultativo de Corpus Christi e sexta-feira

    Prefeitura de Rio Branco mantém unidades de saúde abertas durante ponto facultativo de Corpus Christi e sexta-feira

    quarta-feira, junho 3, 2026

    A Prefeitura de Rio Branco, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, informa à população que manterá serviços essenciais de...

    Corpus Christi leva celebrações às ruas e reforça significado da presença de Cristo na Eucaristia, explica padre Manoel

    Corpus Christi leva celebrações às ruas e reforça significado da presença de Cristo na Eucaristia, explica padre Manoel

    quarta-feira, junho 3, 2026

    Celebrado nesta quinta-feira (04), o feriado de Corpus Christi mobiliza milhares de fiéis católicos em Rio Branco e em diversos...

    Gerlen Diniz declara apoio a Renan Santos para presidente e critica Bolsonaro: “Protegeu a família acima do país”

    Gerlen Diniz declara apoio a Renan Santos para presidente e critica Bolsonaro: “Protegeu a família acima do país”

    quarta-feira, junho 3, 2026

    O prefeito de Sena Madureira, Gerlen Diniz (PP), declarou publicamente apoio ao influenciador e líder do Movimento Brasil Livre (MBL),...

    Nenhum resultado
    Ver todos os resultados

    Artigos Recentes

    • Prefeitura de Rio Branco mantém unidades de saúde abertas durante ponto facultativo de Corpus Christi e sexta-feira 3 de junho de 2026
    • Corpus Christi leva celebrações às ruas e reforça significado da presença de Cristo na Eucaristia, explica padre Manoel 3 de junho de 2026
    • Gerlen Diniz declara apoio a Renan Santos para presidente e critica Bolsonaro: “Protegeu a família acima do país” 3 de junho de 2026
    • Rio Acre pode ficar abaixo de 2 metros nos próximos dias e Defesa Civil alerta para seca severa 3 de junho de 2026
    • Defensoria Pública e Semulher abrem inscrições para segunda edição do mutirão Viver com Meu Nome 3 de junho de 2026
    Av. Antônio da Rocha Viana, 1.559
    Vila Ivonete
    Rio Branco - Acre
    Cep. 69918-308
    Entre em contato: WhatsApp (68) 9907-9096
    • Home
    • Quem Somos
    • Expediente
    • Mídia Kit
    • Contato
    • Política de privacidade

    © 2024 agazeta.net - Desenvolvido por NK7.

    Welcome Back!

    Login to your account below

    Forgotten Password?

    Retrieve your password

    Please enter your username or email address to reset your password.

    Log In

    Add New Playlist

    Nenhum resultado
    Ver todos os resultados
    • Últimas Notícias
      • Saúde
      • Entretenimento
      • Esporte
      • Colunas Sociais
        • Vagno Di Paula
        • Jackie Pinheiro
        • Gazeta Estilo
        • Claudia Souza
      • Coluna da Casa
        • A Política Nossa de Cada Dia
        • Antirracismo em Pauta
        • Banzeiro Econômico
        • Brasil e o Mundo
        • Direito de Saia
        • Errantes
        • Escavando História
        • Faixa a Faixa
        • Filmes E Séries
        • Gastronomia e Cultura
        • Pódio 360
        • Nutrição em Foco
        • PsicologicaMente
        • Sobre Livros e Leituras
    • Polícia
    • Política
    • Editais
    • Empregos e Concursos
      • Empregos
      • Oportunidades
    • Cotidiano
    • TV Gazeta
      • Balanço Geral
      • Gazeta Alerta
      • Gazeta Entrevista
      • Gazeta em Manchete

    © 2024 agazeta.net - Desenvolvido por NK7.

    Este site usa cookies. Ao continuar a usar este site, você está dando consentimento para que os cookies sejam usados. Visite nossa Política de Privacidade e Cookies.