MP apresenta alternativas ao prefeito
O prefeito de Acrelândia, Jonas Dalles, conseguiu ser reconduzido à prefeitura graças a uma decisão da Câmara Cível do Tribunal de Justiça. No entanto, seu relacionamento com a Justiça fica cada vez mais complicado.
Agora, o prefeito corre o risco de responder à primeira ação penal. No dia 4 de fevereiro, o prefeito vai participar de uma audiência na qual o Ministério Público do Estado vai apresentar algumas propostas que, na verdade, são penas leves.
Se ele aceitar, começa a cumpri-las com data a ser marcada pela Justiça. Se não aceitar, vai ser denunciado e começa a primeira ação penal contra Jonas Dalles que já se defende de 4 acusações de improbidade administrativa na esfera cível.
No último dia 20, a Justiça de primeiro grau afastou do poder o prefeito por 120 dias. Ficou proibido até de entrar no prédio da Prefeitura. Três dias depois, conseguiu retornar. As causas do afastamento são: a acusação de atrapalhar as investigações do MP e deixar de repassar os recursos para o conselho tutelar, ocasionando o fechamento da entidade.
A denúncia que pode gerar a ação penal é bem parecida. Jonas Dalles é acusado de desobediência, quando deixou de repassar informações em um dos processos.
O procurador Cosmo de Souza já enviou as propostas à Justiça. São duas. A primeira pede a prestação de serviços por três meses. O prefeito trabalharia sábado e domingo em uma entidade filantrópica. A segunda é o pagamento de multa de R$ 300 em forma de cesta básica para famílias carentes de Acrelândia.



