Os servidores já realizavam manifestações em frente à prefeitura desde o dia 11 de maio. Entre as reivindicações estão reajuste salarial, reposição da inflação acumulada, melhorias na estrutura das escolas, atualização das gratificações das equipes gestoras e avanço nas discussões do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração (PCCR).
De acordo com a categoria, 58 escolas estão paradas. Foto: Sinteac
A representante do Sinteac, Rosário Solon, afirmou que a categoria tenta negociar com a prefeitura há anos.
“É uma luta que já vem perdurando ao longo desses três anos, até mais. Os trabalhadores em educação lutam por melhoria e qualidade. Mesmo com essa perda de mais de 26% do nosso piso, nós propomos para o prefeito uma negociação muito boa, que ele nos concedesse no mínimo 10%, podendo até ser parcelado na última negociação, mas ele não cedeu. Por isso decidimos pelo movimento de greve”, disse.
Rosário Solon, afirmou que a categoria tenta negociar com a prefeitura há anos. Foto: Sinteac
Segundo o sindicato, os servidores afirmam estar há três anos sem reajuste salarial. A entidade também informou que os funcionários recebem salário inicial de R$ 1,5 mil, enquanto o salário mínimo atual é de R$ 1.621. Para a categoria, isso representa uma perda superior a 21% para os servidores e acima de 26% no caso dos professores.
A representante do sindicato também denunciou supostas pressões contra servidores que aderiram ao movimento grevista. Foto: Sinteac
Rosário Solon disse ainda que a greve começou após várias tentativas de negociação sem acordo e afirmou que o movimento não tem previsão para terminar.
“Eu creio que ainda vai continuar. O prefeito até agora não teve a hombridade de sentar para negociar. Ele só envia seus secretários ou representantes e não nos respeitou ao ponto de sentar com os nossos representantes. O que nós queremos é sentar com ele”, afirmou.
A representante do sindicato também denunciou supostas pressões contra servidores que aderiram ao movimento grevista.
“Tem muitos gestores que insistem em não apoiar o movimento. Acreditamos que sofrem pressão por parte da Seme. Esses diretores estão sob pressão e ainda não entenderam a importância desse movimento. Nós precisamos ter unidade na luta. E eles pressionam mesmo, isso já foi comprovado”, declarou.
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