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Home Notícias Cotidiano

Mais de 2 mil professores estão afastados por doenças psicológicas no Acre, afirma Sinteac

A presidente do Sinteac afirmou que muitos profissionais convivem com ameaças e perseguições dentro das unidades de ensino

por TV Gazeta
14 de maio de 2026
em Cotidiano
Mais de 2 mil professores estão afastados por doenças psicológicas no Acre, afirma Sinteac
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O assassinato das monitoras Alzenir Pereira e Raquel Feitosa, no Instituto São José, em Rio Branco, reacendeu o debate sobre a violência e o adoecimento dentro das escolas acreanas. O crime, cometido por um adolescente de 13 anos, expôs situações enfrentadas diariamente por professores e demais trabalhadores da educação.

Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Acre (Sinteac), somente na rede estadual existem mais de 2 mil professores afastados por doenças relacionadas ao ambiente escolar. A maioria dos casos envolve problemas psicológicos.

A presidente do Sinteac, Rosana Nascimento, afirmou que muitos profissionais convivem com ameaças e perseguições dentro das unidades de ensino.

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“Muitos ameaçados de morte, muitos perseguidos, a gente sempre fazendo as denúncias, mas as secretarias de educação nunca deram as devidas importâncias E a nossa categoria está adoecida. Tem pesquisas que demonstram que 85% dos trabalhadores em educação estão doentes”, diz Nascimento.

A presidente do Sinteac, Rosana Nascimento, afirmou que muitos profissionais convivem com ameaças e perseguições dentro das unidades de ensino.

De acordo com relatos de profissionais da área, há denúncias frequentes de ameaças feitas por pais, alunos e até integrantes de facções criminosas, situação que afeta principalmente os professores.

O colegiado de diretores também percebe aumento no número de servidores afastados, além de pedidos de redução de carga horária e transferências de escolas. O diretor escolar e ex-secretário de Assistência Social do Acre, Antônio Torres, comentou sobre a pressão emocional enfrentada pelos profissionais.

“A realidade dos professores não deixa de ser muito pesada. Existe a obrigação e a necessidade do trabalho em si, que é lidar com o aprendizado, com a educação, com a orientação e com todos os elementos que ajudam a promover a vida dessas crianças e adolescentes. Mas também existem outras exigências, um novo contexto e essa fragilidade emocional, além das dificuldades na relação entre família e escola e da falta de apoio”, afirmou.

O diretor escolar e ex-secretário de Assistência Social do Acre, Antônio Torres, comentou sobre a pressão emocional enfrentada pelos profissionais

Sobrecarga e distanciamento familiar

Além da pressão emocional, muitos professores acumulam até três contratos de trabalho, passam grande parte do tempo nas escolas e convivem com o afastamento da própria família. O contraturno também exige ainda mais desgaste físico e mental.

Segundo os diretores, um dos principais desafios atualmente é aproximar os pais da rotina dos filhos. A avaliação é que a parceria entre família e escola facilita a identificação de problemas e contribui para soluções mais rápidas.

De acordo com os diretores, o grande desafio hoje é aproximar os pais dos filhos, não só no ambiente escolar, mas em toda sua rotina. Hoje tem muito pai que está longe do seu filho e quando ele se une aos professores, por exemplo, fica mais fácil identificar problemas e buscar soluções.

Outro ponto de preocupação é o bullying dentro das escolas, como apelidos ofensivos e brincadeiras discriminatórias têm abalado mais os jovens hoje, que em décadas atrás. Isso devido a carga emocional que os estudantes “parecem viver no limite”.

“Nossas crianças hoje estão muito fragilizadas. Muitas vezes falta apoio familiar. Existe também esse acesso exagerado à internet, aos sites e a tantas outras coisas que fazem com que a convivência e as relações tenham se quebrado”, comentou Torres.

Cultura de paz e reforço na segurança

Para Antônio Torres, o fortalecimento de uma cultura de paz dentro das escolas é uma das principais medidas para reduzir os casos de violência no ambiente escolar. Ele também defendeu mais investimentos em segurança e maior participação das famílias na rotina escolar.

“A primeira coisa é que a gente assuma um compromisso dentro da escola, todos nós, de trabalhar constantemente essa cultura de paz. A segunda é que o Estado, a prefeitura e o município deem todo o suporte de segurança que as escolas precisam, porque são locais frágeis e de fácil acesso. E a outra é que os pais possam ser parceiros, dando apoio e confiança às nossas escolas para que, juntos, a gente faça um trabalho seguro”, declarou.

Créditos: Matéria em vídeo produzida pelo repórter Adailson Oliveira para TV Gazeta e editada pelo site Agazeta.net 

Tags: Destaque

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