Dívidas entre março e junho prorrogáveis por um ano
A gestão do presidente Temer saiu em socorro dos pecuaristas: começou hoje (30) a oferta do Banco do Brasil aos pecuaristas: quem tinha dívida de custeio e investimento vencendo entre março e junho deste ano pode efetuar pagamento nos próximos 12 meses.
As agências do Banco do Brasil em todo país já estão orientadas também a abrir uma linha de crédito para garantir retenção de bois no pasto. É uma linha de crédito com variação entre 9,9% a 12,75% ao ano.
A não cobrança de juros por dívidas com o banco pelo prazo de um ano e abertura de linha de crédito para amenizar os custos de produção do manejo do rebanho no pasto são formas de driblar a crise instaurada na produção de carne a partir da Operação Carne Fraca.
É uma resposta contábil e institucional a uma crise criada pelo próprio governo a quem produz carne. “O presidente Temer e o próprio ministro Maggi estão tendo atuação destacada na forma rápida como têm atuado”, reconhece o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Acre, Assuero Veronez. “Essa crise não foi criada por nós, produtores”.
No Acre, a desvalorização da arroba para o produtor gira em torno de 4%. Na Capital, a JBS-Friboi não abate pelos próximos três dias. O cenário, ainda contaminado pelos efeitos da Operação Carne Fraca, é de estoque de carne no pasto.



